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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Iniciação a Santo Tomás de Aquino



Para quem pretende ter um primeiro contato com a vida e as obras de Tomás de Aquino, o livro Iniciação a Santo Tomás de Aquino, Sua pessoa e sua obra, do padre Jean-PierreTorrell, OP, tradução de Luiz Paulo Rouanet, é uma excelente introdução, atualizada e bem fundamentada. A obra, publicada pelas Edições Loyola, está em segunda edição e são 460 páginas de boa e proveitosa leitura.

Jean-Pierre Torrell é uma credenciada autoridade no assunto e pertence à mesma ordem religiosa de São Tomás de Aquino, ou seja, à Ordem dos Pregadores, ou simplesmente Dominicanos, conhecidos pela sigla OP.

Recomenda-se a leitura como prelúdio para o melhor aproveitamento da leitura e estudo das obras de São Tomás de Aquino, como, por exemplo, a Suma Teológica (Summa Theologiae).


Fonte da imagem:
http://www.submarino.com.br/produto/1/131932/?franq=131310#

segunda-feira, 18 de maio de 2009

A Fonte da Liturgia


Jean Corbon (1924-2001), pertencente a Ordem dos Pregadores (O.P.), mais conhecida por Ordem dos Dominicanos, nasceu em Paris. Presbítero (padre) da Igreja Greco-Católica Melquita, eparquia de Beirute, foi professor de Liturgia e Ecumenismo na Universidade do Espírito Santo em Kalik e na Universidade São José em Beirute, além de secretário da Comissão para Relações Ecumênicas da Assembléia de Patriarcas e Bispos Católicos do Líbano. Colaborou na elaboração do Catecismo da Igreja Católica e, em particular, na parte dedicada à Oração Cristã e ao comentário do Pai Nosso.

Pois bem, Jean Corbon é o autor do livro A Fonte da Liturgia, em francês, Liturgie de source. Traduzido para o português por José de Leão Cordeiro, o livro é editado pelas Paulinas (Filhas de São Paulo, Lisboa, Portugal), em junho de 1999.

A Fonte da Liturgia, com 206 páginas, é dividido em três grandes partes: O Mistério da Liturgia (pp. 17-84), A Liturgia Celebrada (pp. 85-148) e A Liturgia Vivida (pp. 149-198), contendo ainda: Prefácio (pp. 5-6), Prólogo (p. 7), Vocabulário litúrgico (pp. 9-12), À beira do poço (pp. 13-16). O livro é finalizado com o tema A Liturgia, Tradição do Mistério (pp. 199-200).

A Fonte da Liturgia é prefaciado pelo Cardeal Roger Etchegaray, que afirma:

"Este livro começa por um vocabulário. O Padre Corbon previu que ele seria útil. Mas temos que reconhecer que a necessidade deste léxico não é muito honorosa para nós, cristãos ocidentais.

Ele significa que já não somos capazes de entender a linguagem que foi comum aos cristãos dos primeiros séculos, por termos andado, durante um longo período, à volta de um cristianismo latino, muito racional e jurídico.

Nossos irmãos orientais dão maior importância à liturgia do que nós. Foi grande a sua alegria ao ver que o Concílio Vaticano II iniciara os seus trabalhos com uma reflexão sobre a liturgia" (p. 5).

Por ora, registra-se a importância do livro, "onde o mistério da liturgia é contemplado a partir de dentro" (p. 9), e a formação cultural do autor.

"Um símbolo iluminará a nossa descoberta progressiva, a do rio de vida (Ap 22, 1s). Oxalá o leitor se deixe arrastar pelo seu curso lento e profundo. Mais contemplativo aqui, mais didáctico ali, cada capítulo poderá revelar-lhe o mistério da fonte: ela é sempre a mesma, mas a água viva que dela brota é sempre nova" (p. 7), afirma o autor.



Fonte da primeira imagem:
http://www.paulinas.pt/livro_detail.asp?idlvr=159

Fonte da segunda imagem:
http://www.agencia.ecclesia.pt/ecclesiaout/snpcultura/id_a_primeira_palavra_marco_abril_2009.html

terça-feira, 29 de abril de 2008

São Pio V: restaurador da liturgia

Dia 30 de abril, quarta-feira, a Igreja celebra a memória (facultativa) do Papa São Pio V.

Antonio Miguel Ghislieri nasceu em Bosco Marengo, na província de Alexandria, na Itália, em 17 de janeiro de 1504.

Aos quatorze anos ingressou na Ordem dos Pregadores (Dominicanos). Ordenado presbítero (padre), foi professor, prior de convento e superior provincial. Foi Bispo, e elevado a Cardeal pelo Papa Paulo IV.

Em 1566 foi eleito Papa, assumindo o nome de Pio V.

Para Pio V, o Concílio de Trento devia reformar a Igreja "na cabeça e nos membros". Foi o aplicador do Concílio de Trento. Começou pelas reformas internas. Fez publicar e divulgou o Catecismo Tridentino, reformulou o Breviário e o Missal Romano. Enfim, como diz o Missal Romano (página 575), "atuou na reforma da Igreja em todos os setores, seguindo as linhas traçadas pelo Concílio tridentino. Publicou os novos textos do Missal (1570), do Breviário (1568) e do catecismo romano."

Faleceu em 1º de maio de 1572, em Roma.

Foi canonizado pelo Papa Clemente XI, em 22 de maio de 1712.

A Oração do dia da Celebração Eucarística (Missa) em memória de São Pio V, Papa, invoca:

"Ó Deus, que suscitastes na Igreja o papa São Pio V,
para defender a fé e restaurar a liturgia,
concedei-nos, por sua intercessão,
participar dos vossos mistérios
com fé ardente e fecunda caridade.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
na unidade do Espírito Santo."


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Fonte da imagem:
http://www.diario-universal.com/2007/05/morreu/sao-pio-v/