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quinta-feira, 16 de outubro de 2008

João Paulo II: 30 anos da sua eleição papal



Neste dia 18 de outubro de 2008, está fazendo 30 anos da eleição do Cardeal Karol Józef Woljtyla, Arcebispo da Arquidiocese de Cracóvia (Polônia), como Papa da Igreja Católica Apostólica Romana.

Nascido em Wadowice, na Polônia, no dia 18 de maio de 1920 e falecido, no Vaticano, no dia 2 de abril de 2005.

Karol Woljtyla sucedeu, no trono de São Pedro, o Papa João Paulo I. Adotou o nome de João Paulo II (em latim, Johannes Paulus PP. II ou, em italiano, Giovanni Paolo II). Foi o primeiro papa-não italiano depois do Papa Adriano VI (século XVI), que era holandês, em 455 anos. E o primeiro polonês na história da Igreja.

João Paulo II, cujo pontificado foi o terceiro mais longo da Igreja, governou-a por 26 anos, de 16 de outubro de 1978 a 2 de abril de 2005.

À vista dos 30 anos da eleição de João Paulo II a Pontifícia Faculdade Teológica "São Boaventura - Seraphicum", de Roma, organizará um Congresso Internacional dedicado ao Papa João Paulo II, de 28 a 30 de outubro de 2008. O tema do Congresso: "O Vaticano II e o pontificado de João Paulo II". Leia mais, inclusive sobre o processo de beatificação de João Paulo II, aqui.


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Fonte da imagem:
http://www.comunidade.cn/icox.php?mdl=pagina&op=listar&usuario=37462&mes=1&ano=2008

domingo, 28 de setembro de 2008

Ainda João Paulo I: humilitas


Bento XVI recordou no Angelus deste domingo (28/9) o Papa João Paulo I, na data do 30° aniversário de falecimento.

“Ele escolheu como lema episcopal o mesmo de São Carlo Borromeo: Humilitas. Uma só palavra – disse Bento XVI - que sintetiza a essência da vida cristã e indica a indispensável virtude de quem, na Igreja, é chamado ao serviço da autoridade”. Isso e muito mais leia aqui.


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http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=64504&seccaoid=4&tipoid=217

sábado, 27 de setembro de 2008

30 anos sem o "Papa do Sorriso"


No dia 28 de setembro de 2008 estará fazendo 30 anos da morte do Papa João Paulo I.

Simplicidade era uma grande virtude de João Paulo I. Ficou conhecido como o "Papa do Sorriso".

O Cardeal Albino Luciani, antes de ser eleito Papa, era Patriarca de Veneza, na Itália.

O Patriarcado de Veneza recordará a data com cerimônia na Basílica de São Marcos, a ser presidida pelo Patriarca, Cardeal Ângelo Scola. Mais detalhes aqui.

Assista o vídeo "Albino Luciani - O sorriso de Deus" aqui.


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http://umdiaaooutrodia.blogspot.com/2007_12_01_archive.html

terça-feira, 26 de agosto de 2008

João Paulo I


Há exatos trinta anos, no dia 26 de agosto de 1978, o Cardeal Albino Luciani era eleito Papa.

Albino Luciani Tancon (1912-1978) nasceu em Forno di Canale (Belluno), hoje Canale D'Agordo, na Itália, no dia 17 de outubro de 1912.

Albino Luciani foi ordenado presbítero (padre) em 7 de julho de 1935, na Igreja de São Pedro de Belluno. No 27 de dezembro de 1958 é consagrado (ordenado) bispo na Basílica de São Paulo pelo Papa João XXIII, sendo consagrantes os bispos D. Gioacchino Muccin e D. Girolamo Bortignon. Em 11 de janeiro de 1959, toma posse como bispo da Diocese de Vittorio Veneto. Em 15 de dezembro de 1969, o Papa Paulo VI o promove a Patriarca de Veneza.

Em 6 de agosto de 1978 morre o Papa Paulo VI. No dia 10 de agosto, o Patriarca Albino Luciani viaja para Roma. E, no dia 26 de agosto de 1978, segundo dia do conclave, o Patriarca Albino Luciani é eleito Sumo Pontífice Romano (Papa) e escolhe o nome de João Paulo I (Ioannes Paulus PP. I). No dia 27 de agosto, sua primeira radiomensagem urbi et orbi. Em 3 de setembro de 1978, é realizada a cerimônia de início do serviço pastoral (entronização). No dia 28 de setembro de 1978, morre o Papa João Paulo I.

Conta-se que Albino Luciani foi o primeiro Papa a escolher nome composto: João (Papa João XXIII) e Paulo (Papa Paulo VI). Não só dois grandes papas da história, mas também dois grandes apóstolos.

João Paulo I ficou conhecido como o Papa do Sorriso. Sorriso é a expressão mais terna da felicidade e da descontração. Deus é Amor. A mulher e o homem foram feitos para a felicidade, para o sorriso, para o Amor. Para Deus. Em tão pouco tempo de pontificado, uma grande e perene mensagem: o Sorriso.


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http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_i/index_po.htm

domingo, 23 de dezembro de 2007

A Igreja perde expressiva liderança


Morreu hoje, dia 23/12 (domingo), às 5h20, no Hospital São Francisco (Porto Alegre), o cardeal Dom Aloísio Lorscheider, aos 83 anos de idade, por falência de múltiplos órgãos.

O corpo está sendo velado na Catedral de Porto Alegre. O sepultamento será no dia 27/12 (quinta-feira), às 17h00, no Convento de Daltro (município de Imigrante), que fica a 130 km da cidade de Porto Alegre.

O Cardeal estava internado, pela quarta vez neste ano, desde o dia 28/11, e seu estado de saúde se agravara com o AVC (Acidente Vascular Cerebral) na manhã do dia 11/12 (terça-feira).

Léo Arlindo Lorscheider, que, para a vida religiosa, adotou o nome Aloísio (nome do pai), era gaúcho, nascido a 8 de outubro de 1924, no município de Estrela. Era franciscano e foi ordenado presbítero em 1948 e, bispo, em 1962. Participou das sessões do Concílio Vaticano II (1962-1965). O papa Paulo VI o elevou a cardeal em 1976.

Dom Aloísio Lorscheider foi Secretário-Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB e seu Presidente por dois mandatos, compreendendo os anos de 1971 a 1978 e foi presidente do Conselho Episcopal Latino-Americano - Celam, no periodo de 1976 a 1979.

Participou de dois conclaves para eleições papais. O primeiro deles quando foi eleito o cardeal Albino Luciani, com título de João Paulo I, e segundo, que elegeu o cardeal polonês Karol Wojtyla, com o título de João Paulo II. Ambos os conclaves foram no ano de 1978.

Homem de larga experiência pastoral, conquistou liderança inconteste entre os católicos.

Os leigos perdem uma grande voz. Ganham-na junto do Pai.

O cardeal Aloísio Lorscheider, que combateu com determinação em favor do povo brasileiro "o bom combate", pautou sua vida religiosa à luz do Evangelho, mas com certeza teve presente a advertência do seu pai: "Se vai ser padre, seja um bom padre! Do contrário, melhor que fique em casa." Pois bem, hoje Léo Arlindo Lorscheider, mais conhecido pelo nome adotado para a vida religiosa: Aloísio, que era do seu pai, está na Casa do Pai, a ele reservada porque foi "um bom padre".

Um lenço branco agitado pelo vento dos pampas. Uma lágrima. Uma saudade. Uma flor. Obrigado Dom Aloísio! Obrigado!


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Fonte da imagem: http://www.30giorni.it/br/articolo.asp?id=14290