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domingo, 12 de abril de 2020

Feliz e Santo Domingo da Páscoa na Ressurreição do Senhor !


Ressuscitei, ó Pai, e sempre estou contigo:
pousaste sobre mim a tua mão,
tua sabedoria é admirável, aleluia!
(Missa do Dia, Antífona da entrada, in Missal Romano, 2ª edição típica para o Brasil, p. 295)





Eu sou o caminho, a verdade e a vida


Feliz e Santo Domingo da Páscoa na Ressurreição do Senhor !




Fonte da imagem:
https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2019-09/dom-dal-toso-pom-mundo-precisa-salvacao-cristo-jornadas-teologia.html

sábado, 20 de abril de 2019

Feliz e Santa Páscoa do Senhor !

O centurião e os que com ele guardavam Jesus, vendo o tremor de terra e o que estava a acontecer, ficaram apavorados e disseram: «Este era verdadeiramente o Filho de Deus!» (Mt 27,54)





Feliz e Santa Páscoa do Senhor !




Fonte da imagem:
https://www.portadeassis.com.br/publicacoes/artigos/18187-quaresma-semana-santa-e-pascoa

sábado, 31 de março de 2018

Feliz e Santa Páscoa do Senhor!


Os discípulos fizeram o que Jesus tinha ordenado e prepararam a Páscoa. (Mt 26, 19)




Feliz e Santa Páscoa do Senhor !



Fonte da imagem:
https://lecionario.com/semana-da-páscoa-do-senhor-c6c165e82e10?gi=d762a0cd57b0

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Papa Francisco: Mensagem para a Quaresma de 2018





O Tempo da Quaresma do ano litúrgico B - São Marcos (2017-2018) começa no dia 14 de fevereiro de 2018, Quarta-Feira de Cinzas.

É um dos chamados tempos fortes da Igreja. É tempo de conversão.

Neste tempo de metanóia, o Papa Francisco envia a todo Povo de Deus uma importante mensagem, intitulada Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2018.

É um Papa do século XXI que escreve para todo o Povo de Deus, chamando a atenção às coisas atuais que dizem respeito à vida eclesial, à vida dos cristãos, como lê-las à luz dos textos bíblicos, como enfrentá-las e superá-las.

A Mensagem parte, essencialmente, desta passagem bíblica:

«Porque se multiplicará a iniquidade, vai resfriar o amor de muitos» (Mt 24, 12)

Mais uma vez nos depararemos com a Páscoa do Senhor, e a Ela devemos nos achegar tomado pela metanóia, ou conversão, ou, como diz a letra a seguir:

Senhor, quem entrará no santuário pra te louvar?
Senhor, quem entrará no santuário pra te louvar? 
Quem tem as mãos limpas, e o coração puro, quem não é vaidoso, e sabe amar
Quem tem as mãos limpas, e o coração puro, quem não é vaidoso, e sabe amar (Pe. Jonas Abib)

Eis como inicia a Mensagem do Papa:

Mais uma vez vamos encontrar-nos com a Páscoa do Senhor! Todos os anos, com a finalidade de nos preparar para ela, Deus na sua providência oferece-nos a Quaresma, «sinal sacramental da nossa conversão», que anuncia e torna possível voltar ao Senhor de todo o coração e com toda a nossa vida.

Mais adiante, o Papa Francisco alerta:

Outros falsos profetas são aqueles «charlatães» que oferecem soluções simples e imediatas para todas as aflições, mas são remédios que se mostram completamente ineficazes: a quantos jovens se oferece o falso remédio da droga, de relações passageiras, de lucros fáceis mas desonestos! Quantos acabam enredados numa vida completamente virtual, onde as relações parecem mais simples e ágeis, mas depois revelam-se dramaticamente sem sentido!

Mas Que fazer?, indaga o Papa. A resposta vem da Igreja:

Se porventura detetamos, no nosso íntimo e ao nosso redor, os sinais acabados de descrever, saibamos que, a par do remédio por vezes amargo da verdade, a Igreja, nossa mãe e mestra, nos oferece, neste tempo de Quaresma, o remédio doce da oração, da esmola e do jejum.

Para inteirar-se do texto completo da Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2018, em português, clique aqui.


Fonte da imagem:
http://missasalette.com.br/site/index.php/2014/03/quaresma-o-tempo-da-quaresma/#!prettyPhoto/0/

sábado, 15 de abril de 2017

Feliz e Santa Páscoa do Senhor!


Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. (Jo 11, 25)




Feliz e Santa Páscoa do Senhor !



Fonte da imagem:
https://padrepauloricardo.org/episodios/aspirai-as-coisas-do-alto-pascoa-do-senhor

domingo, 3 de abril de 2016

A esperança cristã é um dom que Deus nos concede - afirma Papa Francisco



A homilia do Papa Francisco na celebração da Vigília Pascal, 26 de março de 2016, continua contagiando. Num mundo de desesperança, ela chega em boa hora, portando a esperança.

O Papa afirma ser a esperança um dom de Deus. Se assim é, precisamos a Deus pedi-la. Se a temos, a Deus agradecer.

Se a salvação veio para todos, a todos a esperança é acessível. Basta não ficar fechado em si mesmo. Ouçamos nas palavras do Papa:
Também nós, como Pedro e as mulheres, não podemos encontrar a vida, permanecendo tristes e sem esperança e permanecendo aprisionados em nós mesmos. Mas abramos ao Senhor os nossos sepulcros selados - cada um de nós os conhece -, para que Jesus entre e dê vida; levemos-Lhe as pedras dos ressentimentos e os penedos do passado, as rochas pesadas das fraquezas e das quedas. Ele deseja vir e tomar-nos pela mão, para nos tirar para fora da angústia. Mas a primeira pedra a fazer rolar para o lado nesta noite é esta: a falta de esperança, que nos fecha em nós mesmos. O Senhor nos livre desta terrível armadilha: sermos cristãos sem esperança, que vivem como se o Senhor não tivesse ressuscitado e o centro da vida fossem os nossos problemas.
Essa pérola de homilia é um oásis na vida agitada, do corre-corre, do apreço pelas coisas imediatas e sensíveis, da maximização do presente. A homilia cai como presente de Páscoa, para além do túmulo vazio da existência.

Leitura recomendada e o texto completo, em português, pode ser lido aqui.


Fonte da imagem:
http://br.radiovaticana.va/news/2016/03/26/vig%C3%ADlia_pascal_papa_exorta_%C3%A0_esperan%C3%A7a_crist%C3%A3,_dom_de_deus/1218302

domingo, 20 de março de 2016

Tempo Pascal do Ano C - São Lucas (2015-2016)


O ano litúrgico é dinâmico. O Tríduo Pascal, centro do ano litúrgico, dá lugar ao Tempo Pascal.

O Tempo Pascal constitui o período de cinquenta dias entre o Domingo de Páscoa da Ressurreição do Senhor e o Domingo de Pentecostes, a serem celebrados com alegria e exultação, como se fossem um só dia de festa, ou, como diz Santo Atanásio, "como um grande domingo" (cfr. NUALC, n. 22)

No Tempo Pascal, a cor litúrgica é branca.

Entretanto, para o Domingo de Pentecostes, que cairá no dia 15 de maio de 2016, a cor litúrgica é vermelha.

A liturgia do Tempo Pascal deve ser acompanhada pelo Diretório da Liturgia - 2016, às páginas 87 a 109, e pelo Missal Romano (2ª edição típica), às páginas 297 (segunda-feira da Oitava da Páscoa) a 343 (sábado do Sétimo Domingo da Páscoa).

Sobre a espiritualidade para o Tempo Pascal, conferir aqui.


No Tempo Pascal deve-se dar especial atenção ao Círio Pascal. Este, desde a Vigília Pascal, deve permanecer, sem deslocamentos para lá ou cá, no presbitério. Se as condições do presbitério forem favoráveis, o Círio Pascal permanece no candelabro junto do ambão. Ou, como registra o Missal Romano (2ª edição típica para o Brasil), para a celebração da Vigília Pascal:
O diácono coloca o círio pascal no candelabro no centro do presbitério ou junto ao ambão. (p. 273, n. 17)
Eis o que diz o Cerimonial dos Bispos
O círio pascal acende-se em todas as celebrações litúrgicas mais solenes deste tempo, tanto à Missa como em Laudes e Vésperas. (n. 372)
O Círio não é vela de enfeite.

Entre os possíveis modos de acender o Círio, tenho comigo que o uso da chama de uma vela reveste-se de maior proximidade com o rito de acendimento do Círio na Vigília Pascal. Seguramente, esta modalidade é muito mais respeitosa do que lançar mão de fósforos, isqueiros. Então, que tal usar a vela que, com o fogo novo, acendeu o Círio na Vigília Pascal?


Leia mais:

A Teologia do Círio Pascal


Fonte da primeira imagem:
http://www.diocese-sjc.org.br/entrar-no-ritmo-pascal/

Fonte da segunda imagem:
http://sarrabal.blogs.sapo.pt/40250.html

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Tempo da Quaresma do Ano C - São Lucas (2015-2016)



A primeira fase do Tempo Comum dará lugar ao Tempo da Quaresma.

O Tempo da Quaresma começa no dia 10 de fevereiro de 2016, Quarta-Feira de Cinzas, e vai até o dia 24 de março de 2016, Quinta-Feira Santa, antes do início da Missa Vespertina da Ceia do Senhor.

É tempo de preparação da Páscoa do Senhor.

A cor litúrgica é roxa, podendo usar a cor rósea no Domingo Laetare (Quarto Domingo da Quaresma), que cai no dia 6 de março de 2016. 

De regra geral, neste tempo, omitem-se o Glória e o Aleluia. Não se ornamenta o espaço litúrgico com flores.

A Quarta-Feira de Cinzas é dia de jejum e abstinência. À abstinência estão obrigados os que houverem completado catorze anos de idade e vai até o fim da vida. Ao jejum estão obrigados os maiores de idade (no Brasil, 18 anos completos) e vai até os sessenta anos começados (em outras palavras, até os 59 anos completos). A respeito, pode-se consultar os canônes 1249 a 1253 do Código de Direito Canônico aqui.

O Tempo da Quaresma do Ano C - São Lucas (2015-2916) pode ser acompanhado pelo Diretório da Liturgia - 2016, às páginas 61 a 81.


Leia mais:


Fonte da imagem:
http://www.diocese-aveiro.pt/v2/?p=13514

domingo, 29 de março de 2015

Tempo Pascal - Ano B - São Marcos (2014/2015)



O Tempo Pascal começa com o Primeiro Domingo da Páscoa, ou seja, com o Domingo da Páscoa na Ressurreição do Senhor, que cai no dia 5 de abril de 2015, e vai até o Domingo de Pentecostes, no dia 24 de maio de 2015.

O Tempo Pascal deve ser celebrado com alegria e exultação como se fosse um só dia de festa, ou melhor, na expressão de Santo Atanásio, "como um grande domingo" (cfr. Normas Universais do Ano Litúrgico e Calendário Romano Geral, n. 22)

A cor litúrgica do Tempo Pascal é branca. No Domingo de Pentecostes a cor é vermelha.

A liturgia do Tempo Pascal deve ser acompanhada pelo Diretório da Liturgia - 2015, às páginas 89 a 110, e pelo Missal Romano (2ª edição típica), às páginas 293 a 343.

Sobre a espiritualidade para o Tempo Pascal, conferir aqui.


Fonte da imagem:
http://dedico-teomeublog.blogspot.com.br/2012/04/em-tempo-pascal.html

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Semana Santa e Tríduo Pascal do Ano B - São Marcos (2014-2015)

Ele, para cumprir a vossa vontade e reunir um povo santo em vosso louvor, estendeu os braços na hora da sua paixão, a fim de vencer a morte e manifestar a ressurreição. (Oração Eucarística II, Missal Romano, p. 477).


Segundo as Normas Universais do Ano Litúrgico e o Novo Calendário Romano Geral - NALC,

A Semana Santa visa recordar a Paixão de Cristo, desde sua entrada messiânica em Jerusalém (n. 31)

A Semana Santa (Ano B - São Marcos - 2014-2015) começa no 6º Domingo da Quaresma chamado Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor (cf. NALC, n. 30), que cai no dia 29 de março de 2015.

Para o Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor a cor litúrgica é vermelha. Para Segunda, Terça, Quarta e Quinta-Feira Santas (antes da Ceia da Senhor), a cor litúrgica é roxa. Para a Missa vespertina da Ceia do Senhor, na Quinta-Feira Santa, a cor litúrgica é branca. Para a Sexta-Feira Santa e o Sábado Santo, a cor litúrgica é roxa.

Para a Missa da Vigília Pascal, na noite do dia 4 de abril de 2014 (sábado), a cor litúrgica é branca. No dia 5 de abril, Domingo da Páscoa na Ressurreição do Senhor a cor litúrgica é branca.

Na Semana Santa se conclui o Tempo da Quaresma, e nela se compreende todo o Tríduo Pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor.

O sagrado Tríduo Pascal resplandece como o ápice de todo o ano litúrgico (NALC, n. 18). De acordo com as sobreditas Normas Universais do Ano Litúrgico, 

O Tríduo Pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor começa com a Missa vespertina na Ceia do Senhor, possui o seu centro na Vigília Pascal e encerra-se com as Vésperas do domingo da Ressurreição (n. 19).

Para o acompanhamento das celebrações da Semana Santa, conferir o Diretório da Liturgia-2015, às páginas 80 a 89, e o Missal Romano (2ª edição típica para o Brasil), às páginas 220 a 296. 

Sugiro a consulta ao Pequeno Manual para a Semana Santa, do site Presbíteros, clicando aqui.


Leia mais:

Início da Semana Santa e do Tríduo Pascal do Ano C - Lucas (2012-2013)

A superficialidade de fazer da Semana Santa um feriadão pode ser um equívoco


Fonte da imagem:
http://liturgiahoje.blogspot.com.br/2010/04/vigilia-pascal-na-noite-santa.html

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Tempo Pascal - Ano A - São Mateus (2013-2014)


O Tempo Pascal vai desde o Domingo da Ressurreição do Senhor até o Domingo de Pentecostes inclusive. Em outras palavras, para o Ano A - São Mateus (2013-2014), o Tempo Pascal começa no dia 20 de abril e vai o até o dia 8 de junho de 2014 inclusive.

As Normas Universais do Ano Litúrgico e Calendário Romano Geral estabelecem que: Os cinquenta dias entre o domingo da Ressurreição e o domingo de Pentecostes sejam celebrados com alegria e exultação, como se fossem um só dia de festa, ou melhor, como "um grande domingo". É principalmente nesses dias que se canta o Aleluia. (n. 22)

A cor litúrgica é branca. Para o Domingo de Pentecostes (8 de junho de 2014), a cor litúrgica é vermelha.

O Tempo Pascal pode ser acompanhado pelo Diretório da Liturgia - 2014, às páginas 92 a 115. As orações próprias do tempo para as celebrações eucarísticas estão no Missal Romano  (2ª edição típica para o Brasil), às páginas 293 a 343.

Sobre a espiritualidade para o Tempo Pascal pede-se conferir aqui.


Fonte da imagem:
http://capuchinhosbc.org.br/festa-acao-de-deus-e-abertura-humana.html

terça-feira, 25 de março de 2014

Vigília Pascal: símbolos e significado


O padre José Manuel Garcia Cordeiro, ou simplesmente Padre José Cordeiro, hoje Bispo da Diocese Bragança-Miranda (Portugal), escreveu excelente artigo sobre a "Vigília Pascal: símbolos e significado", divulgado pela Agência Ecclesia em abril de 2011.

Aproxima-se a celebração da Vigília Pascal, que Santo Agostinho considera "a mãe de todas as santas vigílias". É, pois, oportuna a leitura do artigo do Padre José Cordeiro que continua atual, cujo texto reproduzo:

Vigília Pascal: símbolos e significado

Celebração central do calendário litúrgico é a mais importante na Igreja Católica


Na noite, em que Jesus Cristo passou da morte à vida, a Igreja convida os seus filhos a reunirem-se em vigília e oração. Na verdade, a Vigília pascal foi sempre considerada a mãe de todas a vigílias e o coração do Ano litúrgico. A sensibilidade popular poderia pensar que a grande noite fosse a noite de Natal, mas a teologia e a liturgia da Igreja adverte que é a noite da Páscoa, «na qual a Igreja espera em vigília a Ressurreição de Cristo e a celebra nos sacramentos» (Normas gerais sobre o Ano litúrgico, 20). No texto do Precónio pascal, chamado o hino “Exsultet” e que se canta nesta celebração, diz-se que esta noite é «bendita», porque é a «única a ter conhecimento do tempo e da hora em que Cristo ressuscitou do sepulcro! Esta é a noite, da qual está escrito: a noite brilha como o dia e a escuridão é clara como a luz». Por isso, desde o início a Igreja celebrou a Páscoa anual, solenidade das solenidades, com um vigília noturna.

A celebração da Vigília pascal articula-se em quatro partes: 1) a liturgia da luz ou “lucernário”; 2) a liturgia da Palavra; 3) a liturgia batismal; 4) a liturgia eucarística.

1) A liturgia da luz consiste na bênção do fogo, na preparação do círio e na proclamação do precónio pascal. O lume novo e o círio pascal simbolizam a luz da Páscoa, que é Cristo, luz do mundo. O texto do precónio evidencia-o quando afirma que «a luz de Cristo (...) dissipa as trevas de todo o mundo» e convida a «celebrar o esplendor admirável desta luz (...) na noite ditosa, em que o céu se une à terra, em que o homem se encontra com Deus!».

2) A liturgia da Palavra propõe sete leituras do Antigo Testamento, que recordam as maravilhas de Deus na história da salvação e duas do Novo Testamento, ou seja, o anúncio da Ressurreição segundo os três Evangelhos sinópticos, e a leitura apostólica sobre o Batismo cristão como sacramento da Páscoa de Cristo. Assim, a Igreja, «começando por Moisés e seguindo pelos Profetas» (Lc 24,27), interpreta o mistério pascal de Cristo. Toda a escuta da Palavra é feita à luz do acontecimento-Cristo, simbolizado no círio colocado no candelabro junto ao Ambão ou perto do Altar.

3) A liturgia batismal é parte integrante da celebração. Quando não há Batismo, faz-se a bênção da fonte batismal e a renovação das promessas do Batismo. Do programa ritual consta, ainda, o canto da ladainha dos santos, a bênção da água, a aspersão de toda a assembleia com a água benta e a oração universal. A Igreja antiga batizava os catecúmenos nesta noite e hoje permanece a liturgia batismal, mesmo sem a celebração do Batismo.

4) A liturgia eucarística é o momento culminante da Vigília, qual sacramento pleno da Páscoa, isto é, a memória do sacrifício da Cruz, a presença de Cristo Ressuscitado, o ápice da Iniciação cristã e o antegozo da Páscoa eterna.

Estes quatro momentos celebrativos têm como fio condutor a unidade do plano de salvação de Deus em favor dos homens, que se realiza plenamente na Páscoa de Cristo por nós. Por consequência, a Ressurreição de Cristo é o fundamento da fé e da esperança da Igreja.

Gostaria de destacar dois elementos expressivos desta solene vigília: a luz e a água.

A Vigília na noite santa abre com a liturgia da luz, evocando a ressurreição de Cristo e a peregrinação de Israel guiado pela coluna de fogo. A liturgia salienta a potência da luz, como o símbolo de Cristo Ressuscitado, no círio pascal e nas velas que se acendem do mesmo, na iluminação progressiva das luzes da igreja, ao acender das velas do altar e com as velas acesas na mão para a renovação das promessas batismais. O símbolo mais iluminador é o círio, que deve ser de cera, novo cada ano e relativamente grande, para poder evocar que Cristo é a luz dos povos. Ao acender o círio pascal do lume novo, o sacerdote diz: «A luz de Cristo gloriosamente ressuscitado nos dissipe as trevas do coração e do espírito» e depois apresenta o círio como «lumen Christi - a luz de Cristo». Quando alguém nasce, costuma-se dizer que «veio à luz» ou que «a mãe deu à luz». Podemos, por isso dizer que a Igreja veio à luz na Páscoa de Cristo. De facto, toda a vida da Igreja encontra a sua fonte no mistério da Páscoa de Cristo.

A água na liturgia é, igualmente, um símbolo muito significativo. «A água é rica de mistério» (R. Guardini). Ela é simples, pura, limpa e desinteressada. Símbolo perfeito da vida, que Deus preparou, ao longos dos tempos, para manifestar melhor o sentido do Batismo. A oração da bênção da água faz memória da ação salvífica de Deus na história através da água. Com efeito, a água é benzida, para que o homem, criado à imagem e semelhança de Deus, «no sacramento do Batismo seja purificado das velhas impurezas e ressuscite homem novo pela água e pelo Espírito Santo». Na tradição eclesial, a fonte batismal é comparada ao seio materno e a Igreja à mãe que dá à luz

O simbolismo fundamental da celebração litúrgica da Vigília é o de ser uma “noite clara”, ou melhor «a noite que brilha como o dia e a escuridão é clara como a luz». Esta noite inaugura o “Hodie - Hoje” da liturgia, como se tratasse de um único dia de festa sem ocaso (o dia da celebração festiva da Igreja que se prolonga pela oitava pascal e pelos cinquenta dias do Tempo pascal), no qual se diz «eis o dia que fez o Senhor, nele exultemos e nos alegremos» (Sl 118).

Padre José Cordeiro, Reitor do Pontifício Colégio Português (Roma)


Na Vigília Pascal, o Círio é um dos símbolos mais expressivos, razão pela qual recomendo a leitura do que já postamos a respeito - Círio Pascal: Eis a luz de Cristo!

Para preparar as celebrações da Semana Santa, inclusive a Vigília Pascal, recomendo, como já postado, a leitura do Pequeno Manual para a  Semana Santa.


Leia mais:

Semana Santa e Tríduo Pascal

A Teologia do Círio Pascal


Fonte do texto reproduzido:
http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=85314

Fonte da primeira imagem:
http://www.pnsps.com.br/2012/04/vigilia-pascal-ano-b.html

Fonte da segunda imagem:
http://www.sbjesus.com.br/o-cirio-pascal/

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Tempo da Quaresma - Ano A - São Mateus (2013-2014)



O Tempo da Quaresma do Ano A - São Mateus (2013-2014) começa no dia 5 de março de 2014, Quarta-Feira de Cinzas, e vai até antes do início da Missa vespertina da Ceia do Senhor (exclusive), no dia 17 de abril de 2014, Quinta-Feira Santa.

No Tempo da Quaresma, a cor líturgica é roxa, podendo no Quarto Domingo (dia 30 de março) ser usada a cor roxa ou rósea. O Quarto Domingo é chamado Domingo Laetare (Alegra-te!). E a expressão laetare vem de Isaías 66, 10.

No Tempo da Quaresma, não se canta e nem se recita o Glória, bem como não se diz o Aleluia.

Quarta-feira de Cinzas é dia de abstinência e jejum. À abstinência estão obrigados os que houverem completado catorze anos de idade e vai até o fim da vida. Ao jejum estão obrigados os maiores de idade (no Brasil, 18 anos completos) e vai até os sessenta anos começados (em outras palavras, até os 59 anos completos). A respeito, pode-se ler os canônes 1249 a 1253 do Código de Direito Canônico aqui.

A Semana Santa, que começa no Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor (dia 13 de abril) e termina com o início do Domingo da Páscoa (20 de abril), compreende dias da Quaresma (até 17 de abril, Quinta-Feira Santa à tarde) e os dois primeiros dias do Tríduo Pascal, conforme Dicionário Elementar de Liturgia, de autoria do padre e liturgista José Aldazábal.

A cor litúrgica do Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor é vermelha.

Dia 18 de abril, Sexta-feira da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo (Sexta-Feira Santa) é também dia de abstinência e jejum, como estabelece o cânone n. 1251 do Código de Direito Canônico.

O Tempo da Quaresma pode ser acompanhado no Diretório da Liturgia - 2014, às páginas 66 a 87. E, no Missal Romano (tradução da 2ª edição típica para o Brasil), Próprio do Tempo, às páginas 175 a 246.

Espiritualidade. A liturgia é fonte de espiritualidade, daí se falar em espiritualidade litúrgica. Neste contexto de Tempo de Quaresma, pareceu-me interessante o que escreveu  o padre Adroaldo Palaoro, SJ, Coordenador do Centro de Espiritualidade Inaciana - CEI, clicando aqui.


Leia mais:
 
A pobreza e as misérias no centro da Mensagem para a Quaresma de 2014


Fonte da imagem:
http://www.jesuitasbrasil.com/jst/conteudo/visualiza_lo12.php?pag=;portaljesuitas;paginas;visualiza_lo12&cod=8718&secao=262

segunda-feira, 8 de abril de 2013

A retomada das Catequeses do Ano da Fé pelo Papa Francisco



As Catequeses do Ano da Fé, iniciadas por Bento XVI, tiveram prosseguimento pelo Papa Francisco, a partir da Audiência Geral da Quarta-Feira, dia 3 de abril de 2013.

Reproduzo a Catequese proferida pelo Papa Francisco no dia 3 de abril, seguida das saudações aos peregrinos de língua portuguesa.

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"Prezados irmãos e irmãs
Bom dia!

Hoje retomamos as Catequeses do Ano da fé. No Credo nós repetimos esta expressão: «Ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras». É precisamente o acontecimento que estamos a celebrar: a Ressurreição de Jesus, centro da mensagem cristã, que ressoou desde os primórdios e foi transmitido para que chegue até nós. São Paulo escreve aos cristãos de Corinto: «Transmiti-vos primeiramente o que eu mesmo tinha recebido: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras; foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia, segundo as Escrituras; depois, apareceu a Cefas e em seguida aos Doze» (1 Cor 15, 3-5). Esta breve confissão de fé anuncia precisamente o Mistério pascal, com as primeiras aparições do Ressuscitado a Pedro e aos Doze: a Morte e a Ressurreição de Jesus são exactamente o coração da nossa esperança. Sem esta fé na morte e na ressurreição de Jesus, a nossa esperança será frágil, mas não será sequer esperança, e precisamente a morte e a ressurreição de Jesus são o coração da nossa esperança. O Apóstolo afirma: «Se Cristo não ressuscitou, a vossa fé é inútil, e ainda viveis nos vossos pecados» (v. 17). Infelizmente, muitas vezes procurou-se obscurecer a fé na Ressurreição de Jesus, e também entre os próprios crentes se insinuaram dúvidas. Um pouco daquela fé «diluída», como dizemos; não é a fé forte. E isto por superficialidade, às vezes por indiferença, preocupados com muitas coisas que se consideram mais importantes que a fé, ou então devido a uma visão apenas horizontal da vida. Mas é precisamente a Ressurreição que nos abre à maior esperança, porque abre a nossa vida e a vida do mundo para o futuro eterno de Deus, para a felicidade plena, para a certeza de que o mal, o pecado e a morte podem ser derrotados. E isto leva a viver com maior confiança as realidades diárias, a enfrentá-las com coragem e compromisso. A Ressurreição de Cristo ilumina com uma luz nova estas realidades quotidianas. A Ressurreição de Cristo é a nossa força! 

Mas como nos foi transmitida a verdade de fé da Ressurreição de Cristo? Há dois tipos de testemunhos no Novo Testamento: alguns têm a forma de profissão de fé, isto é, de fórmulas sintéticas que indicam o âmago da fé; outros, ao contrário, têm a forma de narração do acontecimento da Ressurreição e dos a eventos a ela ligados. O primeiro: a forma da profissão de fé, por exemplo, é aquele que há pouco ouvimos, ou seja, o da Carta aos Romanos, em que são Paulo escreve: «Se com a tua boca professares: “Jesus é o Senhor!”, e no teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo!» (10, 9). Desde os primeiros passos da Igreja, é bem sólida e clara a fé no Mistério de Morte e Ressurreição de Jesus. Hoje, porém, gostaria de meditar sobre o segundo, sobre os testemunhos na forma de narração, que encontramos nos Evangelhos. Antes de tudo, observemos que as primeiras testemunhas deste acontecimento foram as mulheres. De madrugada, elas vão ao sepulcro para ungir o corpo de Jesus e encontram o primeiro sinal: o túmulo vazio (cf. Mc 16, 1). Depois, segue-se o encontro com um Mensageiro de Deus que anuncia: Jesus de Nazaré, o Crucificado, não está aqui, ressuscitou (cf. vv. 5-6). As mulheres são impelidas pelo amor e sabem acolher este anúncio com fé: acreditam e imediatamente transmitem-no; não o conservam para si mesmas, mas transmitem-no. A alegria de saber que Jesus está vivo, a esperança que enche o coração, não podem ser contidas. Isto deveria verificar-se também na nossa vida. Sintamos a alegria de ser cristãos! Acreditemos num Ressuscitado que venceu o mal e a morte! Tenhamos a coragem de «sair» para levar esta alegria e esta luz a todos os lugares da nossa vida! A Ressurreição de Cristo é a nossa maior certeza; é o tesouro mais precioso! Como não compartilhar com os outros este tesouro, esta certeza? Não é somente para nós, devemos transmiti-la, comunicá-la aos outros, compartilhá-la com o próximo. Consiste precisamente nisto o nosso testemunho. 

Outro elemento. Nas profissões de fé do Novo Testamento, como testemunhas da Ressurreição, são recordados apenas homens, os Apóstolos, mas não as mulheres. Isto porque, segundo a Lei judaica daquela época, as mulheres e as crianças não podiam dar um testemunho confiável, credível. Nos Evangelhos, ao contrário, as mulheres desempenham um papel primário, fundamental. Aqui podemos entrever um elemento a favor da historicidade da Ressurreição: se fosse um episódio inventado, no contexto daquele tempo não estaria vinculado ao testemunho das mulheres. Os evangelistas, ao contrário, narram simplesmente o que aconteceu: as primeiras testemunhas são as mulheres. Isto diz que Deus não escolhe segundo os critérios humanos: as primeiras testemunhas do nascimento de Jesus são os pastores, pessoas simples e humildes; as primeiras testemunhas da Ressurreição são as mulheres. E isto é bonito. Esta é um pouco a missão das mulheres: mães e mulheres! Dar testemunho aos filhos e aos pequenos netos, de que Jesus está vivo, é o Vivente, ressuscitou. Mães e mulheres, ide em frente com este testemunho! Para Deus o que conta é o coração, quanto estamos abertos a Ele, se somos filhos que confiam. Mas isto leva-nos a meditar inclusive sobre o modo como as mulheres, na Igreja e no caminho de fé, tiveram e ainda hoje desempenham um papel especial na abertura das portas ao Senhor, no seu seguimento e na comunicação do seu Rosto, pois o olhar de fé tem sempre necessidade do olhar simples e profundo do amor. Os apóstolos e os discípulos têm dificuldade de acreditar. As mulheres não. Pedro corre até ao sepulcro, mas detém-se diante do túmulo vazio; Tomás deve tocar com as suas mãos as chagas do corpo de Jesus. Também no nosso caminho de fé é importante saber e sentir que Deus nos ama, não ter medo de o amar: a fé professa-se com a boca e com o coração, com a palavra e com o amor. 

Depois das aparições às mulheres, seguem-se outras mais: Jesus torna-se presente de modo novo: é o Crucificado, mas o seu corpo é glorioso; não voltou para a vida terrena, mas sim para uma nova condição. No início não o reconhecem, e os seus olhos só se abrem através das suas palavras e dos seus gestos: o encontro com o Ressuscitado transforma, dá uma nova força à fé, um fundamento inabalável. Também para nós existem muitos sinais em que o Ressuscitado se faz reconhecer: a Sagrada Escritura, a Eucaristia, os outros Sacramentos, a caridade, os gestos de amor que trazem um raio de luz do Ressuscitado. Deixemo-nos iluminar pela Ressurreição de Cristo, deixemo-nos transformar pela sua força, para que também através de nós, no mundo, os sinais de morte deixem o lugar aos sinais de vida. Vejo que há muitos jovens na praça. Ei-los! Digo-vos: levai em frente esta certeza: o Senhor está vivo e caminha ao nosso lado na vida. Esta é a vossa missão! Levai em frente esta esperança. Permanecei alicerçados nesta esperança, nesta âncora que está no céu; segurai com força a corda, permanecei ancorados e levai em frente a esperança. Vós, testemunhas de Jesus, deveis levar em frente o testemunho de que Jesus está vivo, e isto dar-nos-á esperança, dará esperança a este mundo um pouco envelhecido devido às guerras, ao mal e ao pecado. Em frente, jovens! 


Saudações

Caríssimos peregrinos de língua portuguesa, em particular ao grupo de brasileiros vindo do Paraná: alegrai-vos e exultai, porque o Senhor Jesus ressuscitou! Deixai-vos iluminar e transformar pela força da Ressurreição de Cristo, a fim de que as vossas existências se tornem um testemunho da vida que é mais forte que o pecado e a morte. Boa Páscoa a todos!

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Fonte da Catequese reproduzida:
http://www.vatican.va/holy_father/francesco/audiences/2013/documents/papa-francesco_20130403_udienza-generale_po.html

Fonte da imagem:
http://brazil.frrole.com/o/dois-homens-de-deus---bento-xvi-e-papa-f-peanisioscj-rio-de-janeiro

terça-feira, 26 de março de 2013

Início do Tempo Pascal do Ano C - Lucas (2012-2013)



Chama-se Tempo Pascal o período de cinquenta dias que vai desde o Domingo da Ressurreição do Senhor (31 de março de 2013) até o Domingo de Pentecostes (19 de maio de 2013). E serão celebrados com alegria e exultação, como se fossem um só dia de festa, ou melhor, na expressão de Santo Atanásio, "como um grande domingo" (cfr. n. 22 das Normas Universais sobre o Ano Litúrgico e o Calendário).

A cor litúrgica desse Tempo é branca. Entretanto, a cor litúrgica do Domingo de Pentecostes é vermelha.

Para a festa de São Marcos Evangelista (dia 25 de abril), de São Felipe e São Tiago Menor Apóstolos (dia 3 de maio) e de São Matias Apóstolo (dia 14 de maio de 2013), a cor litúrgica é vermelha.

Para acompanhar a liturgia desse Tempo Pascal, recomendo a consulta ao Diretório da Liturgia - 2013, nas páginas 84 a 105


Leia mais:



Fonte da imagem:
http://www.usf.edu.br/News97content11225.shtml

domingo, 8 de abril de 2012

Feliz Páscoa do Senhor




Feliz e Santa Páscoa


E ouça aqui Padre Zezinho cantando "Um certo Galileu".


Fonte da imagem:
http://liturgiahoje.blogspot.com.br/

sexta-feira, 16 de março de 2012

Preparação das celebrações da Semana Santa



Estamos no curso do Tempo da Quaresma, e já se avizinha a Semana Santa, com o Domingo de Ramos e o Tríduo Pascal (Quinta Feira, Sexta-Feira e Sábado Santos - Vigília Pascal).

Pareceu-me oportuno tocar num documento da Igreja que merece ser consultado para o bom aproveitamento das celebrações que se avizinham. Cuida-se da Carta Circular da "Paschalis Sollemnitatis - A Preparação e Celebração das Festas Pascais", datada de 18 de janeiro de 1988, da Congregação para o Culto Divino, cujo texto em português pode ser lido aqui.

Tudo o que se precisa saber para, de modo prático, bem conduzir os trabalhos de Semana Santa pode ser consultado em Presbíteros, mais especificamente no Pequeno Manual para a Semana Santa.

Não deixe de ler também, no mesmo site, as Rubricas para a Celebração da Semana Santa, as quais têm como fonte o Cerimonial dos Bispos.

Os links (Presbíteros) fornecem, pois, tudo o que seja necessário para preparar a liturgia da Semana Santa, com organização e espiritualidade.


Fonte da imagem:
http://www.a12.com/blog/revista/tag/semana-santa

segunda-feira, 7 de março de 2011

Quaresma: caminho rumo à Páscoa



O Tempo da Quaresma se inicia no dia 9 de março - Quarta-Feira de Cinzas - e vai até o dia 21 de abril - Quinta-Feira Santa, antes do início da celebração da Missa Vespertina da Ceia do Senhor. Dia 21 de abril marca o fim do Tempo da Quaresma e o começo do Tríduo Pascal.

A cor litúrgica é roxa, podendo no Domingo Laetare (Quarto Domingo da Quaresma, dia 3 de abril) usar a cor-de-rosa (róseo). Quarta Feira de Cinzas é dia de jejum e abstinência.

Na Mensagem da Quaresma de 2011, Bento XVI enfoca "o sentido da transformação que se realiza com a participação na morte e ressurreição de Cristo". A Mensagem do Papa pode ser lida aqui.

"Sepultados com Ele no batismo,
foi também com Ele que ressuscitastes" (cf. Cl 2,12)


Fonte da imagem:
http://reporterdecristo.com/qual-o-sentido-da-celebracao-das-cinzas/

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Bento XVI: Mensagem para o Tempo da Quaresma



Do dia 17 de fevereiro, Quarta-Feira de Cinzas, até antes do início da Celebração da Ceia da Senhor (Missa) no dia 1° de abril de 2010, Quinta-Feira Santa, é o Tempo da Quaresma. Tempo este de preparação para a Páscoa anual do Senhor.

Pois bem, para esse Tempo da Quaresma, o Papa Bento XVI dirige, como o faz todos os anos, a Mensagem para a Quaresma, sublinhando que "a Igreja convida-nos a uma revisão sincera da nossa vida à luz dos ensinamentos evangélicos".

O Papa coloca para reflexão o tema extraído da Carta de São Paulo aos Romanos: "A justiça de Deus está manifestada mediante a fé em Jesus Cristo" (Rm 3,21-22).

Leia, na íntegra, a mensagem de Bento XVI aqui.


Fonte da imagem:
http://farfalline.blogspot.com/2009/08/o-filho-prodigo.html

domingo, 5 de abril de 2009

A Corda


Achei interessante e oportuno o artigo de Dom Pedro José Conti, Bispo da Diocese de Macapá (AP), intitulado A Corda, publicado na página oficial da CNBB na internet, datado de 2 de abril de 2009. "Contava um velho rabino: cada um de nós está ligado a Deus por uma corda. E, quando cometemos uma falta, a corda se rompe. Mas quando nos arrependemos, Deus dá um nó na corda. E com isso a corda fica mais curta do que antes. E o pecador fica um pouco mais perto de Deus!"

Nessa linguagem bastante simbólica e de fácil assimilação - a corda e seus nós -, de reconciliação em reconciliação, o homem se aproxima de Deus e chega até o céu. E, com essa forma de se comunicar, o Bispo aproveita o tempo litúrgico (Páscoa que se aproxima) para catequizar sobre o sacramento da reconciliação e a oportunidade para aproveitá-lo, dando, assim, a Deus a motivação para Ele encurtar a corda. E, assim, vai-se chegando mais perto de Deus.



Leia mais:

Dom Pedro José Conti: "Uma Simples Interferência"


Fonte da primeira imagem:
http://flickr.com/photos/88302736@N00/238616022

Fonte da segunda imagem:
http://www.imeem.com/people/WWxMVMV/blogs/2008/02/24/7akNMMkK/os-ns-da-corda