sexta-feira, 3 de abril de 2009

A Última Semana: Um relato detalhado dos dias finais de Jesus



A semana que se aproxima me dá oportunidade para falar sobre um livro que tem o sugestivo título: A Última Semana: Um relato detalhado dos dias finais de Jesus. E que boa e oportuna coincidência: o atual ano litúrgico é o Ano "B", quando se lê o Evangelho de Marcos, e o livro foi escrito fundamentado no Evangelho de Marcos.

Realmente, a Semana Santa está às portas. E o livro cuida daqueles dias que compõem a Semana Santa. Ou mais exatamente, o livro vai do Domingo de Ramos ao Domingo da Páscoa, compondo oito dias.

A Última Semana foi escrito por Marcus J. Borg, luterano, e John Dominic Crossan, católico, ambos professores universitários e especialistas em História do Cristianismo, e publicado no Brasil pela Editora Nova Fronteira, com tradução de Alves Calado, em segunda impressão datada de 2007.

O livro contém 256 páginas, com linda gravura de capa, e o seguinte sumário: Prefácio - A primeira paixão de Jesus (páginas 7-12), A última semana (página 13): Um - Domingo de Ramos (páginas 15-47), Dois - Segunda-feira (páginas 49-73), Três - Terça-feira (páginas 75-107), Quatro - Quarta-feira (páginas 109-132), Cinco - Quinta-feira (páginas 133-162), Seis - Sexta-feira (páginas 163-193), Sete - Sábado (páginas 195-218), Oito - Domingo de Páscoa (páginas 219-249), e Notas (páginas 251-255).

Os autores advertem que: "Sem o Domingo de Páscoa, não teríamos conhecido a história de Jesus. Se a sua história tivesse terminado com a crucificação, ele provavelmente teria sido esquecido - mais um judeu crucificado pelo império romano num século sangrento que testeumunhou milhares de execuções assim. Talvez um ou dois rastros tivessem aparecido em Josefo ou em fontes rabínicas judaicas, mas seria apenas isso. De fato, sem o Domingo de Páscoa nem haveria a "Sexta-feira Santa", porque não existiria uma comunidade durável para lembrar e dar sentido à sua morte" (página 220).

E, com certeza, sem a Ressurreição não estaria hoje 'blogando' sobre o tema.

Pois bem, com essas criteriosas e esperançosas palavras, os autores trazem à tona um Jesus que se opunha ostensivamente ao poder dominante. Os autores usam a palavra "paixão" na sua ambivalência, significando sofrimento e também entusiasmado interesse por alguma coisa ou por um forte compromisso direcionado a determinado ponto, fim. A paixão de Jesus era o Reino de Deus. Apaixonado pelo Reino do Pai.

O primeiro dia já está marcado por situações opostas. É o Domingo de Ramos. Num dia de primavera do ano 30, antes da páscoa judaica, duas procissões entram em Jerusalém. Como era costume, os governadores romanos da Judéia se deslocavam para Jerusalém por ocasião das festividades judaicas (e estava prestes a acontecer a páscoa dos judeus). A procissão de Pôncio Pilatos, governador romano, formada por uma fileira da cavalaria e de soldados imperiais, com a extravagância de apetrechos para chamar a atenção (cavalos, armas, águias douradas, estandartes etc.), simbolizava o poder do Império Romano. A procissão de Jesus, formada por camponeses, proclamava o Reino de Deus. Dessa situação descrita pelos autores, eles afirmam: "Os dois cortejos corporificam o conflito central da semana que levou à crucificação de Jesus" (página 16).

Essa introdução dá bem a conhecer a linha de pensamento que segue o livro. Os autores fazem comentários numa sequência diária dos acontecimentos, como se vê do sumário do livro.


"O Domingo de Páscoa afirma: "Jesus é o Senhor" - os poderes deste mundo não são" (página 248).


Leia mais:



Fonte da primeira imagem:
http://www.submarino.com.br/produto/1/1933878/ultima+semana:+um+relato+detalhado+dos+dias+finais+de+jesus,+a

Fonte da segunda imagem:
http://www.pime.org.br/noticias.inc.php?&id_noticia=3157&id_sessao=3

Fonte da terceira imagem:
http://www.vatican.va/liturgy_seasons/holy-week/holy-week2003_po.html

Fonte da quarta imagem:
http://masp.art.br/servicoeducativo/assessoriaaoprofessor-fev07.php


Nota: Com exceção da primeira imagem, as demais não fazem parte do livro.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Dia Mundial da Juventude 2009



O Dia Mundial da Juventude 2009 (XXIV Dia Mundial da Juventude) será celebrado pelas Dioceses no dia 5 de abril de 2009, Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor.

Ecoam ainda as recordações e as festivas celebrações da XXIII Jornada Mundial da Juventude, realizada em julho de 2008, em Sidney (Austrália), marcada pela profusão de dons do Espírito Santo. E o tema foi: "Ides receber uma força, a do Espírito Santo, que descerá sobre vós e sereis minhas testemunhas" (At 1,8). A Mensagem do Papa Bento XVI para a XXIII Jornada Mundial da Juventude pode ser lida aqui.

O XXIV Dia Mundial da Juventude não está desconectado da Jornada Mundial da Juventude 2008, e isso pode muito bem ser observado da Mensagem do Papa Bento XVI para o Dia Mundial da Juventude 2009 a ser celebrado no dia 5 de abril, cujo texto, em português, pode ser lido aqui.

O Dia Mundial da Juventude está marcado, segundo as palavras do Papa, por um percurso formativo, refletindo em 2009 sobre a afirmação de São Paulo: "Colocamos a nossa esperança no Deus vivo" (1 Tm 4, 10).



Leia mais:

JMJ-2008: deixar-se plasmar pelo Espírito Santo


Fonte da primeira imagem:
http://presentepravoce.wordpress.com/2008/05/03/mensagem-do-papa-bento-xvi-aos-jovens/

Fonte da segunda imagem:
http://gjecos.blogspot.com/


domingo, 29 de março de 2009

Karl Rahner: 25 anos da sua morte



Há 25 anos falecia Karl Rahner, considerado um dos maiores teólogos do século XX.

Karl Rahner nasceu no dia 5 de março de 1904, em Freiburg, na Alemanha, e faleceu no dia 30 de março de 1984, em Innsbruck, na Áustria.

Foi perito do Concílio Vaticano II (1962-1965) e autor de vários livros.


"O homem chega realmente a si mesmo em genuína auto-realização somente quando ousa colocar-se radicalmente em favor dos outros" *


* Karl Rahner, Curso Fundamental da Fé: Introdução ao conceito de cristianismo, São Paulo, Editora Paulus, 2ª edição, 1995, p. 527.


Leia mais:

Revista IHU on-line, edição 102, de 24/5/2004: Deus e a humanidade: algo a ver? Karl Rahner 100 anos


Fonte da imagem:
http://piergiorgiofrassati.no.sapo.pt/frames/disseram_dele.htm

sexta-feira, 27 de março de 2009

Liturgia: o coração de nosso ser cristão



Ao Papa Bento XVI devo o título deste post.

No dia 26 de fevereiro de 2009 (quinta-feira), Bento XVI teve o tradicional encontro com os párocos e o clero da Diocese de Roma, no Vaticano, e que se dá por ocasião do início do Tempo da Quaresma.

Alguns dos temas tratados nesse encontro, como a centralidade da liturgia na vida do cristão, podem ser lidos aqui.

O Papa respondeu às perguntas formuladas pelos párocos. Respondendo a pergunta do padre Marco Valentini sobre a liturgia, Bento XVI esclareceu que "todos nós devemos aprender melhor a liturgia, não como algo exótico, mas como o coração de nosso ser cristão".

O discurso do Santo Padre Bento XVI no encontro com os párocos e o clero da Diocese de Roma (disponível em italiano) pode ser lido aqui.



Fonte da primeira imagem:
http://212.77.1.247/holy_father/benedict_xvi/index_po.htm

Fonte da segunda imagem:
http://www.coracaodemaria.org.br/90anos/conteudo.php?cod_area=3&art_cod=1686&print=1

domingo, 22 de março de 2009

CD de cantos para o Ano Catequético 2009



O CD de cantos para o Ano Catequético 2009, sob o título Catequese, caminho para o discipulado, já está disponível. Está à venda nas Paulinas-Comep, em todo o Brasil, conforme noticia a CNBB.

Detalhes e faixas musicais podem ser conferidos aqui.

O lançamento do CD, que é instrumento de evangelização, será feito oficialmente no dia 19 de abril de 2009 (2° Domingo da Páscoa), por ocasião da celebração da Eucaristia e abertura do Ano Catequético Nacional na Arquidiocese de São Paulo, na Catedral da Sé, em São Paulo (SP), às 11h.

Mais materiais sobre o Ano Catequético 2009 podem ser obtidos aqui.


Fonte da imagem:
http://www.cnbb.org.br/ns/modules/news/article.php?storyid=1122

sábado, 21 de março de 2009

Lefebvrianos: Bento XVI explica decisão


O Papa Bento XVI tomou a iniciativa de explicar a todos os bispos da Igreja Católica a decisão de levantar a pena de excomunhão na qual incorreram os quatro bispos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, ordenados, em 30 de junho de 1988, pelos dissidentes Arcebispo francês dom Marcel Lefebvre (1905-1991) e bispo brasileiro dom Antônio de Castro Mayer (1904-1991).

Os bispos lefebvrianos ordenados foram o suíço Bernard Fellay (atual superior da Fraternidade Sacerdotal São Pio X), o francês Bernard Tissier de Mallerais, o espanhol Alfonso de Galarreta e o inglês Richard Williamson. Excomungados latae sententiae, tiveram sua excomunhão revogada pelo Decreto da Congregação para os Bispos, datado de 21 de janeiro de 2009.

A 'Carta de Sua Santidade Bento XVI aos Bispos da Igreja Católica a propósito da remissão da Excomunhão aos quatro Bispos consagrados pelo Arcebispo Lefebvre' vem datada no Vaticano, em 10 de março de 2009, subscrita pelo próprio Papa Benedictus PP. XVI. E texto completo, em português, pode se lido aqui.



Leia mais:

Bispos lefebvrianos: revogação da excomunhão

Reação dos Bispos em relação à Carta do Papa sobre os Lefebvrianos


Fonte da primeira imagem:
http://www.bentoxvi.com/bento-xvi-fotos.html

Fonte da segunda imagem:
http://blog.cancaonova.com/dominusvobiscum/2008/10/11/a-igreja-catolica-e-a-igreja-primitiva/

quinta-feira, 19 de março de 2009

Bento XVI na África: Camarões e Angola



O Papa Bento XVI está, entre os dias 17 e 23 de março de 2009, em viagem apostólica a Camarões e Angola, países do continente africano.

É a sua 11ª viagem apostólica fora da Itália e a primeira à África. O Papa iniciou a viagem no dia 17, terça-feira, quando saiu de Roma, chegando no mesmo dia a Iaundê, capital de Camarões, onde ficará até o dia 20, sexta-feira. Em seguida, partirá daí, de avião, para Luanda, capital de Angola, onde chegará na mesma sexta-feira e ficará até o dia 23, segunda-feira, quando retornará a Roma, com chegada prevista para o mesmo dia (23/3).


Todas as homilias, discursos, alocuções e orações de Bento XVI, em sua estada em Camarões, podem ser lidos, em português, na página oficial da Rádio Vaticano, edição para o Brasil, na seção Bento XVI na África.

Dia 20, sexta-feira (amanhã), Bento XVI se despede de Camarões.


Angola, próxima estada do Papa, está em contagem decrescente à espera da chegada de Bento XVI nas próximas horas desta sexta-feira, como destaca a Conferência Episcopal de Angola e São Tomé.


Leia mais:

Discurso de Bento XVI na cerimônia de boas-vindas a Camarões

Discurso de Bento XVI no encontro com os Bispos de Camarões

Igreja nos Camarões cresce apesar das dificuldades


Fonte da primeira imagem:
http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/travels/2009/index_camerun-angola_po.htm


Fonte da segunda e terceira imagens:
http://www.radiovaticana.org/bra/index.asp

domingo, 15 de março de 2009

Excomunhão, na ordem do dia



A palavra excomunhão está na ordem do dia. Excomunhão, do latim ex-communione, é estar excluído da comum união. Em outras palavras, excomunhão é sair da comunhão.

Essa palavra faz parte do Código de Direito Canônico, que é o conjunto de normas jurídicas da Igreja Católica Apostólica Romana.

A excomunhão, que é uma pena, se apresenta sob duas modalidades: latae sententiae e ferendae sententiae. São duas expressões técnico-jurídicas, provindas do latim. A excomunhão latae sententiae ocorre independentemente da sua imposição pela autoridade eclesiástica. Praticado determinado fato punível e previsto na lei canônica, satisfeitas condições como, por exemplo, idade e livre vontade, a pena de exclusão da comunhão eclesial incide automaticamente. A excomunhão ferendae sententiae, ao contrário, não é automática. A sua aplicação necessita do pronunciamento oficial da autoridade da Igreja.

O cânone 1.314 do Código de Direito Canônico apresenta a diferenciação das duas espécies de penas: "O mais das vezes, a pena é ferendae sententiae, não atingindo o réu, a não ser depois de infligida; é latae sententiae, quando nela se incorre pelo simples fato de praticar o delito, se a lei ou preceito assim o estabelecem expressamente".

Nestes últimos dias, têm estado na pauta dos meios de comunicação a revogação da excomunhão dos quatro bispos lefebvrianos e o pronunciamento de Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo da Arquidiocese de Olinda e Recife, acerca da excomunhão automática, por delito de aborto, dos médicos e da mãe da menina de 9 anos (caso da menina de Alagoinha-PE).

Pois bem, os dois casos, tanto os bispos lefebvrianos quanto o recente episódio da menina de 9 anos, estão enquadrados na pena de excomunhão latae sententiae. O primeiro caso está previsto no cânone 1.382 do Código de Direito Canônico: "O Bispo que, sem o mandato pontifício, confere a alguém a consagração episcopal e, igualmente, quem dele recebe a consagração, incorrem em excomunhão latae sententiae reservada à Sé Apostólica". O segundo caso está contemplado no cânone 1.398 do mesmo Código: "Quem provoca aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latae sententiae".

Atendo-se, porém, ao caso brasileiro (menina de Alagoinha-PE), é prudente ouvir o arcebispo Rino Fisichella, presidente da Pontifícia Academia para a Vida, que publicou no jornal L'Osservatore Romano, edição de 15 de março de 2009 (sábado), o artigo, em italiano, sob o título Dalla parte della bambina brasiliana. Uma versão livre do artigo, em português, pode ser lida aqui.

Por outro lado, Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e Recife, dá entrevista à Revista Veja, que leva o título Não reclamem ao bispo, defendendo que não excomungou os médicos e a mãe da menina de 9 nove, grávida de gêmeos abortados, mas sim: Eu simplesmente disse a todos: "Tomem consciência disto".

Diante desse comovente e doloroso episódio, um entre muitos, diferenciando-se de outros pelo simples fato de ter-se tornado amplamente público, conforta-nos, acima de tudo, a passagem bíblica do Pai Misericordioso (Lucas 15, 11-32).


Leia mais:

Menina de 9 anos estuprada interrompe gravidez de gêmeos em Recife (PE)
Arcebispo excomunga médicos e parentes de menina que fez aborto
Nota dos Bispos do Regional Nordeste 2 da CNBB
Caso da menina de Alagoinha: O lado que a imprensa deixou de ver
Nota da CNBB

Declaração da Cúria Metropolitana da Arquidiciose de Olinda e Recife
CNBB fala sobre o caso da menina violentada em Alagoinha

Rádio Vaticano - Editorial: Um assunto que precisa ser refletido (escrito e falado)

O caso da menina de Alagoinha-PE: O que você vai ler, a imprensa não quis saber

Vaticano critica excomunhão no caso de aborto de menina de nove anos

Noções fundamentais de Direito Penal Canônico, por Rafael Vitola Brodbeck


Fonte da primeira imagem:
http://www.jornallivre.com.br/128535/direito-sistema-de-normas-e-conduta.html

Fonte da segunda imagem:
http://www.guiadecidades.net/alagoinha-pe/

Fonte da terceira imagem:
http://www.capuchinhos.org/porciuncula/parabolas_lucas/pai_misericordioso.htm

domingo, 8 de março de 2009

Celebrar a Mulher: Dia Internacional da Mulher




Hoje, dia 8 de março, é o Dia Internacional da Mulher.

A Mulher é para ser celebrada todos os dias, horas, minutos e segundos. Ah! se assim o fosse. A dignidade reinaria para sempre!



Leia mais:

Bento XVI: Que as Mulheres sejam sempre mais respeitadas

Rádio Vaticano: Ouça a reportagem Especial Dia Internacional da Mulher


Fonte da primeira imagem:
http://vemfazerhistoria.blogspot.com/2009/03/8-de-marco-dia-internacional-da-mulher.html

Fonte da segunda imagem:
http://atuleirus.weblog.com.pt/arquivo/2005/03/dia_internacion_1

quarta-feira, 4 de março de 2009

Bento XVI: grandes Escritores da Igreja



As catequeses do Papa Bento XVI, proferidas nas audiências gerais das quartas-feiras, podem ser divididas por ciclos. Leia mais aqui.

Motivadas pelo Ano Paulino em curso, Bento XVI vinha ultimamente desenvolvendo as catequeses dedicadas ao Apóstolo São Paulo, iniciadas por ocasião da Audiência Geral de Quarta-Feira, 2 de julho de 2008, cujo tema foi "O ambiente religioso-cultural", e encerradas na Audiência Geral de Quarta-Feira, 4 de fevereiro de 2009, versando sobre "O martírio e a herança de São Paulo".

Foram vinte catequeses dedicadas ao Apóstolo Paulo, ministradas entre julho de 2008 e fevereiro de 2009, e todas podem ser lidas, em português, aqui.

Por ocasião da Audiência Geral de Quarta-Feira, 11 de fevereiro de 2009, Bento XVI diz por suas próprias palavras que "gostaria de retomar hoje a apresentação dos grandes Escritores da Igreja do Oriente e do Ocidente da Idade Média" ( vorrei riprendere oggi la presentazione dei grandi Scrittori della Chiesa di Oriente e di Occidente del tempo medioevale).

A última catequese de Bento XVI sobre os grandes Escritores eclesiásticos foi por ocasião da Audiência Geral de Quarta-Feira, 25 de junho de 2008, versando sobre São Máximo, o Confessor, cujo texto completo, em português, pode ser lido aqui.

Seguindo a colocação feita por Bento XVI, retomada da apresentação dos grandes Escritores da Igreja, pode-se dizer que, com a catequese sobre São Máximo, o Confessor, encerrou-se a 1ª (primeira) série.

E, com a catequese da Audiência Geral de Quarta-Feira (11 de fevereiro de 2009) sobre João Clímaco, iniciou-se a 2ª (segunda) série do ciclo das catequeses sobre os grandes Escritores da Igreja.

Na Audiência Geral da Quarta-Feira seguinte, 18 de fevereiro de 2009, na Praça de São Pedro, Bento XVI, dando continuidade, apresentou Beda, o Venerável, cujo texto completo, em português, pode se lido aqui.

Do dia 18 de fevereiro para cá, não houve apresentação de novos escritores da Igreja, e até porque, enquanto estiver transcorrendo a semana de exercícios espirituais no Vaticano, não haverá audiências privadas e públicas, incluindo a audiência geral de quarta-feira.


Fonte da primeira imagem:
http://www.oecumene.radiovaticana.org/BRA/index.asp

Fonte da segunda imagem:
http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/hagiografia/s_joao_climaco.html

Fonte da terceira imagem:
http://mercaba.wordpress.com/2007/04/08/sao-beda-o-veneravel/

sábado, 28 de fevereiro de 2009

BAKHITA - da escravidão à liberdade


BAKHITA - da escravidão à liberdade é um pequeno livro, de 128 páginas, de autoria de Maria Luísa Dagnino, missionária canossiana, cujo título original, em italiano, é BAKHITA recconta la sua storia (Ed. Città Nuova - 1993 - Roma). O livro apresenta o perfil biográfico de Josefina Bakhita, desde a sua captura pelos negreiros, passando por sua beatificação em 17 de maio de 1992, até a peregrinação apostólica do Papa João Paulo II à África. No dia 10 de fevereiro de 1993, João Paulo II esteve em Cartum, capital do Sudão, terra da irmã Josefina Bakhita. Sobre a Viagem Pastoral ao Benin, Uganda e Sudão (3 - 10 de fevereiro de 1993) leia aqui.

Traduzido pela irmã Cecília Maríngolo, o livro é editado pelas Edições Loyola, já em segunda edição. A autora do livro, irmã Maria Luísa Dagnino, conheceu pessoalmente a irmã Bakhita. Viveu com ela no mesmo Noviciado Canossiano Missionário, durante dois anos.

O livro contém ilustrações. É composto de uma Apresentação pela autora à 4ª edição italiana e quatro partes. O centro da obra é o manuscrito de 1910, como vem realçado na apresentação: "Tal manuscrito será reproduzido ainda mais fielmente nesta quarta edição e ocupará sempre o centro da obra porque ele é o seu" centro de interesse"."

A primeira parte (páginas 9 a 34) aborda desde a emboscada, quando Bakhita foi raptada e escravizada, até o convite da superiora da Comunidade Canossiana da Via Fusinato, em Schio, à irmã Josefina Bakhita, em 1910, para narrar os acontecimentos da sua vida.

A segunda parte do livro (páginas 35 a 64) reproduz o manuscrito da própria Bakhita, ou como está dito: "A esse ponto, deixemos a palavra à Irmã Josefina, e sigamos passo a passo a narração, tal como saiu dos seus lábios".

A terceira parte (páginas 65 a 104): a descoberta de Bakhita, "no estado natural", isto é, "quando não conhecia a Deus", que, quando criança, contemplando os fenômenos maravilhosos da natureza, se perguntava: "Quem será o patrão destas coisas tão bonitas? E sentia, confessa, uma grande vontade de vê-lo, de conhecê-lo de prestar-lhe homenagem" (Ms 26)." E termina com extratos da Homilia do Santo Padre durante a celebração eucarística em honra da Beata Bakhita em Cartum. O texto completo da Homilia do Papa João Paulo II, em italiano, pode ser lido aqui. E, em inglês, aqui.

A quarta parte (páginas 105 a 124) é formada por pensamentos de Bakhita extraídos do manuscrito e das conversações com ela sob o título Bakhita ainda nos fala, por impressões dos outros a respeito de Bakhita sob o título O que os outros falaram a respeito de Bakhita e, por fim, o arremate sob o título Cronologia da vida da Irmã Josefina Bakhita.

Passagens marcantes: a emboscada que redundou na captura de Bakhita; a dor pela ausência da família; a sua fuga frustrada; a tatuagem feita com farinha, navalha e sal; a firmeza em permanecer no Catecumenato das Irmãs Canossianas, em Veneza, vencendo todas as contrariedades. Enfim, a felicidade: o Batismo. Eis suas palavras: "Tendo entrado no catecumenato, e transcorrido o tempo da instrução recebi o santo batismo com uma alegria que só os anjos poderiam descrever. Era o dia 9 de janeiro de 1890. Recebi o nome de Josefina Margarida e Afortunada, que em árabe se diz Bakhita. No mesmo dia, recebi a crisma e a primeira comunhão. Oh, que data inesquecivel!"

Bakhita renunciou a tudo, inclusive a voltar para a África, para viver a nova vida em Cristo, que ela já havia escolhido no dia 29 de novembro de 1889, quando não cedeu aos reclamos da senhora Turina (página 61).

Quando foi transferida da Casa das Filhas da Caridade Canossianas em Veneza para a Casa em Schio (Itália), Bakhita se dirigiu pela última vez à igreja e beijou a fonte batismal, repetindo a si mesma com renovada emoção: "Aqui, me tornei verdadeira filha de Deus" (Sum. 10,24)" (página 77).

Muito mais se pode escrever sobre a irmã e santa Josefina Bakhita, chamada de "a nossa Irmã Morena", e fica o desejo de fazê-lo em outra oportunidade.



Fonte da primeira imagem:
http://www.loyola.com.br/livraria/detalhes.aspx?COD=03411

Fonte da segunda imagem:
http://www.vatican.va/news_services/liturgy/saints/ns_lit_doc_20001001_giuseppina-bakhita_photo.html

Fonte da terceira imagem:
http://www.fdcc.org/port/canossiane/bakhita/menubak.htm

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Campanha da Fraternidade 2009



A Igreja no Brasil desenvolve por ocasião do Tempo da Quaresma, como o faz todos os anos, a conhecida e prestigiada Campanha da Fraternidade-CF. Sobre a natureza e histórico da CF, leia aqui.

A Campanha da Fraternidade 2009 tem como tema "Fraternidade e Segurança Pública", com o lema "A paz é fruto da justiça".

A abertura oficial da Campanha da Fraternidade (CF) 2009 dar-se-á amanhã, Quarta-feira de Cinzas (dia 25/2), no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, na cidade de Aparecida (SP). Às 9 horas, será celebrada a Eucaristia (Missa), presidida por Dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo da Arquidiocese de Aparecida, e concelebrada por Dom Dimas Lara Barbosa, secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB. A celebração será transmitida ao vivo pela TV Aparecida, Rede Vida de Televisão e pela TV Século 21.


Leia mais:

Calendário da PANIB-2009

Secretário da CNBB fala sobre a Campanha da Fraternidade

CF - 2009


Fonte da primeira imagem:
http://www.edicoescnbb.com.br/site/product_info.php?products_id=133&osCsid=dekovdm1e9rjikif5t50f37oc7

Fonte da segunda imagem:
http://fe-e-missao.blogspot.com/2008/04/dai-nos.html

Quaresma: a caminho do Cristo Ressuscitado



Quaresma (do latim quadragesima) é o período de quarenta dias. Sobre o número simbólico de quarenta dias, pode-se consultar aqui.

"O Tempo da Quaresma vai de Quarta-feira de Cinzas até a Missa na Ceia do Senhor exclusive", segundo dispõem as Normas Universais do Ano Litúrgico e Calendário Romano Geral (n. 28). Ou, em outras palavras, a Quaresma começa no dia 25 de fevereiro corrente, Quarta-feira de Cinzas, e na Quinta-feira da Semana Santa, no dia 9 de abril, até antes do início da celebração da Missa na Ceia do Senhor.

O sentido da espiritualidade quaresmal vem, de forma sintética, exposta no Prefácio da Quaresma, I, do Missal Romano, 2ª edição típica para o Brasil: "Vós concedeis aos cristãos esperar com alegria, cada ano, a festa da Páscoa. De coração purificado, entregues à oração e à prática do amor fraterno, preparamo-nos para celebrar os mistérios pascais, que nos deram vida nova e nos tornaram filhas e filhos vossos."

Quarta-feira de Cinzas é dia de abstinência e jejum. À abstinência estão obrigados os que houverem completado catorze anos de idade e vai até o fim da vida. Ao jejum estão obrigados os maiores de idade (no Brasil, 18 anos completos) e vai até os sessenta anos começados (em outras palavras, até os 59 anos completos). A respeito, pode-se ler os canônes 1249 a 1253 do Código de Direito Canônico aqui.

A cor litúrgica é a roxa. No Quarto Domingo da Quaresma (22 de março), denominado Domingo Laetare, pode-se usar a cor rosa, ou róseo (Instrução Geral do Missal Romano - IGMR, n. 308, f; nova Instrução Geral do Missal Romano - IGMR, n. 346, f).

Não se canta ou não se recita o Glória na Quaresma, conforme estabelece o n. 31 da IGMR ou o n. 53 da nova IGMR. E também não se canta o Aleluia, conforme prevê o n. 37, a, da IGMR ou n. 62, a, da nova IGMR.

Continuando, na Quaresma, consoante a nova IGMR (n. 305), é proibido ornamentar com flores o altar, podendo, porém, fazê-lo no Domingo Laetare. A ornamentação, segundo a mesma IGMR, deve, em qualquer tempo, ser moderada, não a colocando sobre o altar, mas, preferencialmente, junto a ele (altar).

E ainda, conforme a nova IGMR (n. 313): "No Tempo da Quaresma o toque do órgão e dos outros instrumentos é permitido somente para sustentar o canto. Excetuam-se, porém, o domingo "Laetare" (IV na Quaresma), as solenidades e as festas."



Leia mais:


Mensagem de Sua Santidade o Papa Bento XVI para a Quaresma de 2009

Carnaval, Cinzas e Quaresma

Quaresma: espiritualidade e história


Fonte da primeira imagem:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Quarta-feira_de_cinzas

Fonte da segunda imagem:
http://paroquiasaomiguel.blogspot.com/2008/02/eis-o-tempo-de-converso-eis-o-dia-da.html

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Ministério da Visitação


O Cardeal Dom Eusébio Oscar Scheid, Arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, escreveu um livro, pequeno no tamanho mas grande no conteúdo, intitulado Ministério da Visitação.

O livro foi editado em 2006 pela Nossa Senhora da Paz Livraria e Editora, Rio de Janeiro, RJ. Contem 80 páginas, com o seguinte índice: Introdução (páginas 7-10), I. Objetivos do Ministério da Visitação (páginas 11-18), II. Fundamentos bíblicos do Ministério da Visitação (páginas 19-30), III. Aspectos antropológicos do Ministério da Visitação (páginas 31-44), IV. Destinatários do nosso Ministério da Visitação (páginas 45-54), V. Conteúdos do Ministério da Visitação (páginas 55-64), VI. Algumas questões práticas (páginas 65-74), Conclusão (páginas 75-78) e Bibliografia (páginas 79-80).

Excetuadas a Introdução, Conclusão e Bibliografia, ao final de cada tema tratado vem o Aprofundamento [pontos colocados, algumas vezes em forma de perguntas] e a Oração [que varia de tópico para tópico para tópico]. E ainda: cada tópico é precedido de uma ilustração.

O serviço de visitar as pessoas (doentes, pobres, "as ovelhas desgarradas", desanimados e desesperançosos, os que vivem em asilos, drogados, desempregados, os sem religão, indiferentes e afastados), assim como o de acolher as pessoas não vai p'ra frente se não se amparar na oração. Nesse sentido, o livro Ministério da Visitação parece assentar-se no binômio ação (serviço e estudo)/oração.

A leitura do Ministério da Visitação, de autoria do Cardeal Dom Eusébio Oscar Scheid, serve para estimular a evangelização, de uma forma biblicamente fundamentada. O livro é atual.



Fonte da primeira imagem:
https://www.livrarialoyola.com.br/detalhes.asp?secao=livros&Menu=1&CodId=67&ProductId=232101#

Fonte da segunda imagem:
http://br.geocities.com/worth_2001/Assuntosgerais.html

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Bispos lefebvrianos: revogação da excomunhão


O cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo da Arquidiocese de São Paulo, publicou recentemente na página oficial da CNBB na internet o artigo sob o título Excomunhão e reintegração na Igreja.

O artigo vem esclarecer o grande público sobre o tema da revogação da excomunhão a que estavam submetidos os quatro bispos ordenados, sem autorização da Santa Sé, pelo arcebispo francês Marcel Lefebvre (1905-1991), dissidente da Igreja Católica. Marcel Lefebvre ficou conhecido por contestar as conclusões do Concílio Ecumênico Vaticano II (1962-1965), do qual participou, e por ter fundado a Fraternidade Sacerdotal São Pio X (Fraternité Sacerdotale Saint Pie X).

Dá-se o nome de lefebvrista ou lefebvriano ao seguidor do arcebispo Marcel Lefebvre.

A pena de excomunhão foi removida (revogada) pela Congregação para os Bispos pelo Decreto de 21 de janeiro de 2009 , em virtude das faculdades concedidas expressamente pelo Santo Padre Bento XVI, a pedido desses mesmos bispos, como passo para a abertura da porta ao diálogo objetivando à reintegração na Igreja Católica. O 'Decreto de Remoção da Excomunhão latae sententiae a quatro Bispos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X' vai assinado pelo cardeal Giovanni Battista Re, prefeito da Congregação para os Bispos.

A matéria objeto do artigo merece ser lida, posto que vinda de uma autoridade eclesiástica com larga experiência e que já atuou na Congregação para os Bispos.


Leia mais:

Vaticano reabilita bispos e provoca polêmica

O levantamento das excomunhões não são ainda o fim do cisma de Lefebvre

Bento XVI defende Concílio Vaticano II e condena negacionismo antissemita

Papa pede que bispos lefebvrianos reconheçam o Concílio Vaticano II

Bispos alemães pedem aos "lefebvristas" que reconheçam Vaticano II

Vaticano exige que Bispo negacionista se retracte

Cardeal critica Vaticano no caso de bispo que negou Holocausto


Fonte da primeira imagem:
http://www.arquidiocese-sp.org.br/arcebispo.htm

Fonte da segunda imagem:
http://missatridentinaemportugal.blogspot.com/2009/01/bento-xvi-vai-revogar-excomunho-aos-4.html

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Charles Darwin: 200 anos



Há duzentos anos, mais precisamente a 12 de fevereiro de 1809, nascia Charles Robert Darwin, naturalista britânico.

Darwin foi conhecido por ser o protagonista da teoria da evolução das espécies.

Escreveu, em 1859, o notável livro "A Origem das Espécies" (On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or The Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life).

Em 1871, escreveu "A Descendência do Homem e Seleção em Relação ao Sexo" (The Descent of Man, and Selection in Relation to Sex).

O livro "A Origem das Espécies", escrito em 1859, está fazendo 150 anos. E, em comemoração, será realizada uma Conferência internacional sobre a teoria da evolução (Conferenza internazionale sulle teorie dell'evoluzione), organizada pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, entre os dias 3 e 7 de março de 2009. Leia mais aqui.



Leia mais:

Santa Sé reforça diálogo com o mundo da cultura...

Charles Darwin e a teoria da evolução em debate num congresso internacional...

Inglaterra comemora 200 anos de Darwin

A revolução sem fim de Darwin

Os 200 anos de Charles Darwin

Não existe a priori incompatibilidade entre Darwin e Bíblia

Criação e Evolução

Evolucionismo/Criacionismo: diferenças e convergências

O regressso (sem fantasmas) de Darwin

Evolução Biológica em debate no Vaticano


Fonte da primeira imagem:
http://www.flickr.com/photos/15096782@N08/2060532692/

Fonte da segunda imagem:
http://videoflaneur.blogspot.com/2008/04/charles-darwins-papers-online.html

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Santa Josefina Bakhita



A Igreja celebra a memória de Santa Josefina Bakhita no dia 8 de fevereiro. Conforme está previsto no Diretório da Liturgia e da Organização da Igreja no Brasil-2009 (página 57), a memória de Santa Josefina Bakhita é omitida por cair, neste ano de 2009, em dia de Domingo (5° Domingo do Tempo Comum).

Entretanto, para promover o bem pastoral dos fiéis, é lícito celebrar, no Domingo do Tempo Comum, a festa da Padroeira ou do Padroeiro. Essa abertura é dada pelas Normas Universais do Ano Litúrgico e Calendário Romano Geral (n. 58), e o referido Diretório da Liturgia trata da matéria na página 20 (item 3.3).

A Igreja abaixo, que fica na cidade de Santos (SP), é considerada a primeira igreja no Brasil dedicada à Santa Josefina Bakhita. E esta Igreja apresenta a seguinte programação para o dia 8 de fevereiro de 2009, em memória de Santa Josefina Bakhita: neste sábado (7/2) foi celebrada a Eucaristia (Missa) às 18:00 horas. Domingo (8/2) haverá celebrações da Eucaristia (Missa) às 11:00 horas, 15:00 horas e 19:00 horas. Ao término da celebração das 19:00 horas, haverá procissão pelas ruas do bairro. Na Catedral de Santos também haverá, no domingo (8/2), celebrações da Eucaristia (Missa) em memória de Santa Josefina Bakhita às 09:00 e 12:00 horas. Confira a programação e endereços aqui.



Leia mais:

Bakhita: mística mensageira da esperança


Fonte da imagem:
http://www.laicican.org/laicicanossiani/port/saber_mais/pagina_port/novidades.htm


Fonte da segunda imagem:
http://www.catedraldesantos.com.br/bakhita.shtml

Dom Helder Câmara: 100 anos.



Há cem anos ele vinha para servir a Deus, amando-O nos pobres.


"Mais que comum dos dias, olhei o mais que pude os rostos dos pobres, gastos pela fome, esmagados pelas humilhações,
e neles descobri teu rosto,
Cristo Ressuscitado!"


"O segredo de ser jovem - mesmo quando os anos passam, deixando marcas no corpo - é ter uma causa a que se dedicar a vida."


Dom Helder Câmara.



Leia mais:

Correios lançam selo centenário de dom Helder Câmara

Dom Geraldo Lyrio Rocha presidirá missa em homenagem ao centenário de dom Helder Câmara

Dom Helder Câmara: homenagens ao "Profeta da Paz" no centenário de seu nascimento


Fonte das citações:
http://www.cefep.org.br/bio_dom_helder/pensamentos/index_html/view

Fonte da imagem:
http://www.catolicanet.com/?system=news&action=read&id=50866&eid=298

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

São Paulo Miki, e seus companheiros, mártires



No dia 6 de fevereiro, a Igreja celebra a memória de São Paulo Miki e Companheiros, Mártires.

A Panib - Pastoral Nipo-Brasileira registra o evento religioso em sua página oficial na internet, podendo ser lida aqui.


Leia mais:

Os Mártires de Nagasaki: prisioneiros de Cristo


Fonte da imagem:
http://www.arquidiocesedebrasilia.org.br/noticias/2006/noticia2006_04_13a.html

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Dom Moacyr Grechi: Dimensão missionária e ecológica das CEBs


O artigo de Dom Moacyr Grechi, Arcebispo da Arquidiocese de Porto Velho (Rondônia), chega em boa hora. Sob o título Dimensão missionária e ecológica das CEBS, o artigo foi publicado na página oficial da CNBB na internet, datado de 02 de fevereiro de 2009.

Dom Moacyr Grechi lembra e assinala que: "O 12° Intereclesial tem como tema "CEBs, Ecologia e Missão" e como lema "Do ventre da terra, o grito que vem da Amazônia". O Texto-Base, publicado pela Editora PAULUS, pode ser adquirido em todas as livrarias católicas do país. Tem como proposta um aprofundamento da dimensão missionária e ecológica das CEBs. Diversos assessores, historiadores e teólogos colaboraram na elaboração do livro, como Raimundo Possidônio, Faustino Teixeira, Armando Dias Mendes, Jean Hebette, Sebastião A. Ferrarrini, Marcelo Barros, Günter Kroemer, Nancy Cardoso Pereira, Tea Frigerio, Cláudio O. Ribeiro, Leonardo Boff, Sérgio Badanini, Luiz Ceppi, Luiz Mosconi, Antonio Cechin, Eva Canoe, D. Sérgio Castriani, Paulo Suess."

O artigo desperta a atenção para as Comunidades Eclesiais de Base - CEBs e, com razão, merece ser lido.



Fonte da primeira imagem:
http://www.arquidiocesedeportovelho.com.br/pop_up.htm


Fonte da segunda imagem:
http://www.trt14.gov.br/ascom/videos/justicaecidadania.asp