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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Semana Nacional da Família - 2009



A Igreja celebra a cada ano a Semana Nacional da Família. De 9 a 15 de agosto deste ano, celebra-se esse evento nas várias dioceses, paróquias e comunidades católicas.

Valoriza-se a dignidade da família e a sua função de cellula mater (célula mãe) da sociedade.

A Semana Nacional da Família deste ano gira em torno do tema: "Família, Igreja doméstica, caminho para o discipulado". Isso está em sintonia com o Ano Catequético - 2009 e o Documento de Aparecida.

A família é a menor das comunidades (igrejas) católicas, mas é a célula matriz da Igreja, ou seja, daquelas comunidades maiores que, convocadas, se reúnem para, sobretudo, celebrar os mistérios cristãos.

Na esteira das colocações feitas por Vincent Ryan, OSB (beneditino da abadia de Glenstal, em Limerick - Irlanda, com formação em liturgia), em seu livro "O Domingo, história, espiritualidade, celebração", a recuperação do domingo como dia de repouso, valor humano, viria ao encontro da valorização da família. Depois de abordar o que significa o sétimo dia (sábado) para os judeus, Vincent Ryan conclui que, para nós cristãos, "O domingo deveria ser um dia de reunião para a família, um dia festivo no qual afirmamos nossa unidade e solidariedade. Nunca a família está mais unida do que em volta da mesa familiar. (...) Quando o domingo deixa de ser um acontecimento em famíia, perde-se o sentido de festa e celebração. É preciso encontrar meios para fazer desse dia não apenas uma celebração na Igreja, mas também em casa. Assim, a unidade familiar será mantida e aprofundada."



Leia mais:



Fonte da primeira imagem:
http://www.pastoralfamiliarcnbb.org.br/novo_site/noticias/noticia.asp?id=1292


Fonte da segunda imagem:
http://www.contextosepretextos.blogger.com.br/Familia.jpg

terça-feira, 1 de julho de 2008

Aparecida em resumo: o direito de saber...


Em boa hora, chegou ao público um bom e eficiente resumo do Documento de Aparecida, intitulado "Aparecida em resumo", de autoria de Agenor Brighenti, que leva o selo da Editora Paulinas.

O Documento de Aparecida, como se sabe, é fruto da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, realizada entre os dias 13 e 31 de maio de 2007, no Santuário de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (Brasil). O texto completo do Documento de Aparecida pode ser lido aqui.

Agenor Brighenti esclarece que: "Neste resumo, está todo o Documento, ainda que não seja o Documento todo. Em outras palavras, tudo o que está dito aqui está no Documento, mas não é o Documento todo, pois se trata de um resumo, o que não dispensa, portanto, sua leitura e estudo, em toda a sua extensaõ" (pág. 3).

O livro Aparecida em resumo, cuja imagem aparece na tela, tem o subtítulo: O Documento Oficial com referência às mudanças efetuadas no Documento Original.

O subtítulo vem recuperar, sem intuito de polemizar, as mudanças de conteúdo feitas no texto elaborado pela Assembléia dos Bispos (Documento Original). Como diz o autor: "Essas mudanças são conhecidas, mas não do grande público, que também têm o direito de saber o que se passa em esferas mais altas e nos bastidores da instituição eclesial. Afinal, a Igreja somos todos os batizados" (pág. 4).


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Fonte da primeira imagem:
http://www.paulinas.org.br/imprensa/sl_press_release.aspx?ItemID=468

Fonte da segunda imagem:
http://www.open-isb.com.br/index.php?pagina=noticias_internas.php&cod=20

sexta-feira, 13 de junho de 2008

CNBB: Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB está colocando ao alcance dos cristãos católicos as novas "Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2008-2010", cujo texto foi aprovado pela 46ª Assembléia Geral dos Bispos do Brasil, em Itaici, Indaiatuba (SP), no dia 10 de abril de 2008.

As Edições CNBB publicam as referidas Diretrizes Gerais, em forma de livro, composto de 152 páginas, distribuídas com as seguintes partes: apresentação, introdução, capítulo I (a realidade que nos interpela), capítulo II (discípulos missionários numa igreja em estado permanente de missão), capítulo III (pistas de ação para a missão evangelizadora) e conclusão ("ai de mim se eu não evangelizar"). Contém ainda sumário (páginas 7-8) e índice analítico (páginas 137-148).

As novas Diretrizes têm como referencial o Documento de Aparecida, com enfoque no binômio discípulos-missionários, como se antevê na apresentação feita por Dom Dimas Lara Barbosa, Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro-RJ e Secretário Geral da CNBB (páginas 9-11).

Entre as anteriores Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2003-2006 e as atuais há um vazio de um ano, o que é esclarecido por Dom Dimas Lara Barbosa, na já mencionada apresentação das novas Diretrizes: "É bom esclarecer que, pela seqüência do calendário, a elaboração das Diretrizes já deveria ter sido efetuada na Assembléia de 2007. Tendo em vista, porém, a realização da V Conferência Geral dos Bispos da América Latina e do Caribe, em maio de 2007, a definição das Diretrizes foi protelada por um ano, exatamente para incorporar as contribuições de Aparecida" (pág. 9).

No entanto, há a possibilidade de as presentes Diretrizes serem prorrogadas por mais quatro anos, se assim a Assembléia Geral dos Bispos da CNBB vier a decidir na ocasião oportuna (pág. 10).

Uma formação básica, centrada no querigma e na conversão, é a ante-sala da missionariedade. Tanto as anteriores Diretrizes quanto as atuais dedicam parágrafos à formação. O Documento de Aparecida indica cinco aspectos do processo de formação: a) o encontro com Jesus Cristo (centrado no querigma); b) a conversão (resposta ao chamado, com mudança na forma de pensar e de viver); c) o discipulado (amadurecimento crescente no conhecimento, amor e seguimento de Jesus, sendo fundamental a catequese permanente e a vida sacramental); d) a comunhão (vida em comunidade e participativa); e e) a missão (experiência da necessidade de compartilhar com os outros a alegria de ser discípulo enviado para construir o Reino de Deus) [1].

À primeira vista, deduz-se que o tempo de apenas três anos para as atuais Diretrizes é insuficiente para uma sólida formação dos cristãos. A formação se aperfeiçoa na medida que desperta, incute no formando a sua consciência de discípulo e o impulsiona a crescer no discipulado. E isso é importante para a nobre tarefa missionária, ou seja, a de fazer novos discípulos.

Parece, por conseguinte, válida a anunciada provável prorrogação por mais quatro anos das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2008-2010, para que seus objetivos sejam realmente alcançados.

As Diretrizes estão aí. Norteiam a ação da Igreja no Brasil para este e os próximos anos. Merecem ser lidas e aplicadas.



[1] ver Documento de Aparecida, n. 278, letras a, b, c, d e e.


Fonte da primeira imagem:
http://www.edicoescnbb.com.br/loja/script/detalhe_livro.asp?pid=128

Fonte da segunda imagem:
http://www.prodigyweb.net.mx/oarpantitlan/kerigma.html

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Definitivamente: o Documento de Aparecida

O tema deste post não constitui novidade. No próximo mês de maio se completa um ano da realização da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe que deu origem ao denominado Documento de Aparecida.

O CELAM - Conselho Episcopal Latino-Americano realizou a V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe em Aparecida do Norte (Brasil), entre os dias 13 e 31 de maio de 2007.

O tema da Conferência Geral: "Discípulos e missionários de Jesus de Cristo, para que nossos povos nele tenham vida - Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida" (Jo 14,6).

No dia 13 de maio de 2007, o Papa Bento XVI discursou na sessão inaugural dos trabalhos da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, cujo texto na íntegra, em português, pode ser lido aqui. Vale lembrar que foi nesta ocasião que Bento XVI aflora os contudentes problemas sociais e políticos, com severas críticas aos sistemas marxista e capitalista.

O Papa retorna ao Vaticano. Os Bispos continuam os trabalhos e, no dia 31 de maio, dão por concluídos, aprovando o Documento Conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe.

O Documento Conclusivo (que leva o nome de Aparecida) foi entregue, no dia 11 de junho de 2007, em audiência reservada com o Papa Bento XVI, pelos três presidentes da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe. Os três presidentes foram os cardeais Francisco Javier Errázuriz, do Chile, Giovanni Battista Re, do Vaticano, e Geraldo Majella Agnelo, do Brasil.

Bento XVI autorizou a publicação do Documento Conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, denominado Documento de Aparecida, conforme Carta de S.S.Bento XVI aos irmãos no Episcopado da América Latina e Caribe, assinada no Vaticano, no dia 29 de junho de 2007, solenidade dos santos Apóstolos Pedro e Paulo (em espanhol). Este é, pois, o Documento oficial, e não outro, para toda a Igreja na America Latina e no Caribe.

O CELAM disponibiliza o Documento Conclusivo, denominado Documento de Aparecida, em sua página na internet, em espanhol e em francês, antecedido pela Carta de Bento XVI, de 29 de junho de 2007, autorizando a publicação do Documento e do Discurso proferido pelo Papa na sessão inaugural da V Conferência Geral, em 13 de maio de 2007.

A edição nacional sob o título de "Documento de Aparecida: Texto conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe", que leva o selo das Edições CNBB e das editoras Paulus e Paulinas, traz a Carta de Sua Santidade Bento XVI autorizando a publicação, o texto completo e oficial do Documento Conclusivo, do discurso do Santo Padre na sessão inaugural da V Conferência Geral, outros discursos e homilias do Papa, além de índices analítico e geral.


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Fonte da primeira imagem:
http://www.paulus.com.br/lojavirtual/secoes/detalhamento.php?id=2270&produto=livros&cat_produto=produtos_livros&produto_dir=livros&categoria=Pastoral,%20Catequese%20e%20Liturgia&id_cat=0#

Fonte da segunda imagem:
http://www.vicariadepastoral.org.mx/5-aparecida/aparecida_00.htm

sábado, 26 de abril de 2008

Ano Catequético 2009: divulgação do cartaz


O tema do Ano Catequético: Palavra, Eucaristia e Missão.

O cartaz selecionado para o Ano Catequético é da autoria de Dirceu Coelho, da Diocese de Rondonópolis (MT). E, nas palavras da Irmã Zélia Batista, assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética, o ganhador "conseguiu agregar os principais elementos do tema".

Segundo Dom Eugênio Rixen, presidente da mesma Comissão, o Ano Catequético não vai ser um acontecimemento isolado, mas faz parte de algo bem maior dentro da Igreja, que envolve o Documento de Aparecida, as novas Diretrizes Evangelizadoras da Igreja no Brasil etc..

Por certo que as conclusões do Sínodo dos Bispos que se realizará no Vaticano, no período de 5 a 26 de outubro de 2008, sobre o tema "A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja", terão peso para o Ano Catequético 2009.


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Fonte da imagem:
http://www.cnbb.org.br/index.php?op=noticia&subop=17613

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Ainda Emaús: Ano Catequético - 2009

É com os olhos em Emaús (Lc 24, 13-35) que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB está convocando a Igreja no Brasil para o Ano Catequético a ser celebrado em 2009, comemorando os cinqüenta anos do primeiro Ano Catequético (1959).

Segundo a CNBB, "O Ano Catequético terá sua culminância com a 3ª Semana Brasileira de Catequese que se realizará de 7 a 11 de outubro de 2009 em Itaici - Indaiatuba (SP). O tema desta Semana é "Catequese, caminho para o discipulado" e o lema: "Nosso Coração arde quando Ele fala, explica as Escrituras e parte o pão". (cf. Lc 24,13-35).

O Ano Catequético não pretende ser um fato isolado. Integra um contexto maior formado pelo Documento da Conferência de Aparecida e pelas novas Diretrizes Evangelizadoras da Igreja no Brasil, recentemente aprovadas pelos Bispos reunidos em Itaici, Indaiatuba (SP), e outras mais ações eclesiais.

A passagem "Os Discípulos de Emaús" é o eixo do conteúdo bíblico do Ano Catequético.

Vale ler, apreendendo a mensagem, o evangelista São Lucas, capítulo 24, versículos 13 a 35.


Leia mais:





Fonte das imagens:
http://www.capuchinhos.org/porciuncula/encontro_biblia/emaus.htm

sábado, 25 de agosto de 2007

Documento de Aparecida: CNBB confirma validade

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB vai adotar a versão modificada do documento da V Conferência do Episcopado Latino-Americano e do Caribe - V Celam, realizada na cidade de Aparecida (Brasil), entre os dias 13 e 31 de maio passado, conforme noticiou ontem a Rádio Vaticano.

Conhecido como Documento de Aparecida, a sua versão entregue ao Papa contém duzentas alterações em relação ao texto original, segundo a mesma Rádio. Para a CNBB, o que vale, no entanto, "é o texto assinado por Bento XVI".

Dessas coisas todas, exsurge é que Bento XVI, sem culpa, acabou por convalidar o Documento de Aparecida como lhe foi apresentado.

O Documento está maculado. Por sofrer alterações à revelia dos demais bispos da Conferência do Conselho Episcopal Latino-Americano e do Caribe - e, no caso, nada menos do que duzentas alterações (o que não é pouco) -, perde representatividade e, como conseqüência, credibilidade e aceitabilidade.

Entretanto, mesmo após "o texto assinado por Bento XVI", constatado o erro, como o foi, - e amplamente divulgado pela imprensa, inclusive pela Rádio Vaticano e Agência Zenit -, compete à Igreja, pelas vias pastorais ou canônicas, tomar as providências para retificação sem delongas, e não, ao contrário, 'botar panos quentes', para eternizar algo que desgasta a sua própria imagem. Aqui até cabe o provérbio latino, ora em português, "errar é humano, perseverar no erro é diabólico".

O restabelecimento do texto original é exigência, antes de tudo, de respeito à assembléia dos bispos, de reclamação ética e de busca da verdade.

Leia também:

V Celam: Documento de Aparecida sob suspeita de adulteração
Documento de Aparecida: cardeal admite alteração
Documento de Aparecida: versão resumida


Fonte da primeira imagem: www.cnbb.org.br

Fonte da segunda imagem: www.arquidiocesedeuberaba.org.br


segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Documento de Aparecida: versão resumida

O jornal O Estado de São Paulo, na edição do dia 18 de agosto (sábado), noticiou que o Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB), órgão da CNBB, denunciou a adulteração do Documento de Aparecida há três semanas, em carta enviada a vários bispos que participaram da V Conferência do Conselho Episcopal Latino-Americano e do Caribe, realizada na cidade de Aparecida (Brasil).

O Sr. Carlos Signorelli, presidente do Conselho Nacional do Laicato e que, como convidado, participou da Conferência do Celam em Aparecida, vai lançar, em português, "uma versão resumida do documento que todos possam entender, mas respeitando o texto votado pelo plenário".

A posição do Sr. Signorelli em mandar editar uma versão em português, ainda que resumida mas fiel ao texto original do Documento de Aparecida, é louvável, pois colocará em mãos dos leigos do Brasil algo que, em linguagem fácil, ajudará, na prática, a sua aplicação.

Leia também:

domingo, 19 de agosto de 2007

Documento de Aparecida: cardeal admite alteração

O jornal O Estado de S. Paulo, na edição de 18 de agosto de 2007 (sábado), traz a informação de que o cardeal chileno Francisco Javier Errázuriz, que à época era o presidente do Celam, admitiu que o texto definitivo do Documento de Aparecida foi alterado antes de ser entregue ao Papa.

"O texto definitivo sofreu algumas modificações, mas são formulações que não têm a importância que lhes é atribuída agora, disse Errázuriz, acrescentando que se trata de mudanças "mínimas", que não alteraram o conteúdo" (O Estado de S. Paulo).

O que parece é que as ditas alterações foram feitas com o desconhecimento dos demais bispos participantes do Conferência de Aparecida - V Celam.

E disso se conclui das palavras de D. Odílio Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, que foi secretário-geral-adjunto da Conferência de Aparecida, ao afirmar: "é preciso verificar se quem fez isso tinha autoridade para fazer" (O Estado de S. Paulo).

Segundo noticia O Estado de S. Paulo, na mesma edição, o cardeal brasileiro Geraldo Majella Agnelo disse que: "A mesma coisa ocorreu na Conferência de Puebla, no México, em 1979, quando o cardeal colombiano Alfonso López Trujillo, atualmente presidente do Pontifício Conselho para a Família, mexeu no documento antes de ele ser enviado a Roma."

A verdade é a seguinte se já houveram precedentes, estes não justificam o que ocorreu no Documento de Aparecida, e até porque as alterações agora havidas ganharam publicidade. E o Documento de Aparecida não terá credibilidade se não for imediatamente restaurado o texto original.

Espera-se, pois, que haja o pronunciamento oficial da Igreja sinalizando sobre a apuração do caso, para que não passe como mais um precedente, como o ocorrido com o de Puebla acima noticiado, que, também somente agora, o grande público toma conhecimento.

Após pesquisas, levantamento de dados, consultas, debates e votações, não pode, com certeza, a Igreja hierárquica oferecer ao público um documento, afinal representativo da vontade de um ou dois participantes. Um tal documento assim carece de representatividade e, logo, de aceitabilidade e credibilidade.

O tema vem merecendo a atenção da Rádio Vaticano.

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Crédito da foto: http://www.aciprensa.com/noticia.php?n=17050

sábado, 18 de agosto de 2007

V Celam: Documento de Aparecida sob suspeita de adulteração

Notícias veículadas pelo jornal O Estado de São Paulo, edições de 15 e 16 de agosto, dão conta de que o Documento Final produzido pelo V Conferência do Episcopado Latino-Americano e do Caribe (V Celam), em Aparecida, sofreu alteração, à revelia dos bispos participantes.

O jornal revela que "As mudanças que adulteraram o Documento de Aparecida foram feitas pelo cardeal chileno Francisco Javier Errázuriz Ossa e pelo bispo argentino Andrés Stanovnik, respectivamente presidente e secretário-geral do Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam) na época".

Ao Papa teria sido entregue o documento adulterado e não o documento original.

O cardeal brasileiro Geraldo Majella Agnelo, arcebispo de Salvador e primaz do Brasil desabafa: "Eu pensei que estava levando o original", referindo-se à entrega do Documento feita ao Papa. Segundo o mesmo cardeal "as mudanças não foram de iniciativa de Roma".

A Igreja tem que apurar responsáveis pela adulteração e restaurar imediatamente o texto original. Se não o fizer, o Documento não terá credibilidade alguma. A isso se soma o desnecessário desgate (que já se constata) para a imagem da Igreja.


Leia mais aqui.

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