quarta-feira, 16 de maio de 2007

Recitação do Rosário com Bento XVI


Tarde de sábado, 12 de maio.

Pois bem, foi na tarde de sábado que o Papa recitou com os fiéis o Rosário de Maria, na Basílica de Aparecida. A recitação do Rosário (especialmente o terço) é o fato cotidiano mais comum entre os brasileiros, mas a recitação com o Papa é a novidade, é o extraordinário.

O testemunho do Papa é a melhor promoção para a expansão da recitação do Rosário, com autenticidade e aproveitamento espiritual.

O Rosário nasce como substituto da Liturgia das Horas, mas especificamente dos Salmos, núcleo daquela Liturgia, também chamado de Ofício Divino. Atualmente o Rosário está composto de quatro "terços": mistérios da alegria, mistérios da luz, mistérios da dor e mistérios da glória.

O mistério da luz foi acrescentado no conjunto do Rosário pelo Papa João Paulo II, em 2002.

Podemos dizer que o Rosário une o Velho e Novo Testamento.

Não basta rezar. É necessário haver coerência entre fé e vida, como a contribuição para uma sociedade menos injusta. E a fé necessita "também de uma sólida formação doutrinal e espiritual", afirma o Papa. Sem essa formação atualizada, a fé corre o risco de perder-se ou de não saber dar as suas razões perante o mundo.

O testemunho de vida cristã, na justiça, na fraternidade, na solidariedade, na partilha, suscita nas pessoas que o conhecem o desejo de seguir a Cristo.

E, assim, o Papa vai confirmando todos nós na fé.

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